Ilustração de FABRICE MONTIGNIER. @LE MONDE
No Le Monde , euforia a propósito dos smartphones onde se leem livros: «Mon smartphone, ma bibliothèque » e «Lire sur smartphone est tellement addictif que j'ai arrêté les livres papier » (aqui, uma série de depoimentos estapafúrdios, mas é a vida) — a paixão dos franceses pela leitura no telefone.
Está já marcado o fim dos livros em papel. Com data e tudo. Daqui até 2020, é usá-los para a lareira, como propunha Pepe Carvalho , o detetive de Manuel Vázquez Montalbán. [Via Blogtailors ]
«Os livros eletrónicos chegaram, mas percebemos que sua vida útil não passa de dez anos.» Umberto Eco ao Caderno 2, do Estadão .
[Via Blogtailors ]
Portugal é um dos 100 países para onde a Amazon.com vai passar a vender o Kindle. Custará 279 dólares (cerca de 190 euros) e as encomendas pode ser feitas a partir de hoje .
O livro de António Balbino Caldeira sobre o caso da licenciatura do primeiro-ministro, O Dossiê Sócrates , está disponível para download aqui , no sítio Lulu.com ).
A concorrência no mercado dos livros electrónicos acentua-se. Em resposta ao Kindle da Amazon, a Sony anunciou um acordo com o gigante Google: os utilizadores do Sony Reader passam a ter acesso a mais de meio milhão de livros gratuitos .