Alice! Hoje, 150 anos de vida.

The eternal wonder of Alice, no The Daily Telegraph.
Alice in Wonderland at 150: innocent fantasy or dark and druggy?, no The Daily Telegraph.
Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

The eternal wonder of Alice, no The Daily Telegraph.
Alice in Wonderland at 150: innocent fantasy or dark and druggy?, no The Daily Telegraph.
No Jacobin Mag, interessante artigo sobre a retribuição aos criadores no mundo do digital: «Artists are expected to reinvent themselves, turn to crowdfunding, and hustle their way out of their predicaments. But we cannot crowdfund our way to broad public support for culture or to more sustainable approaches to cultural production. We need to move from narrating individual struggles to discussing community-wide challenges and collective solutions.»
No Observador, Joana Emídio Marques sobre as editoras indie portuguesas:
«É um interessante paradoxo o crescimento destas pequenas chancelas nas margens do crescimento dos conglomerados editoriais como a Porto Editora, a Leya, a Babel, ou a viragem para o puro lixo editorial de editoras que já foram importantes, como a Presença. Para enfrentar os bestsellers de capas kitsch que cegam os olhos dos leitores incautos à entrada das livrarias, existe actualmente todo um admirável mundo novo que dá pelos nomes de Douda Correria, Do Lado Esquerdo, A Tua Mãe, Não Edições, Medula, Edições 50 Kg, Artefacto, Língua Morta, Averno, Parsifal, Edições Sem Nome, Edições Guilhotina, Alambique, Companhia das Ilhas, Tea For One, Mariposa Azual, Chili Com Carne, Clube do Inferno, Pierre von Kleist, The Unknown Books, Pierrot le Fou, Homem do Saco, Oficina do Cego, Abysmo…»

The Opem Door.
Trastevere, Roma.