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Volodine: prémio Médicis. Yanick Lahens fica com o Femina.

Terminus radieux (Seuil), de Antoine Volodine é o Prémio Médicis deste ano. No ensaio, a distinção vai para Frédéric Pajak com o terceiro volume do seu Manifeste incertain (Noir sur Blanc) e  Lily Brett ganha o Médicis de romance estrangeiro com Lola Bensky (La Grande Ourse).

 Zeruya Shalev, Yanick Lahens e Paul Veyne

Quanto ao Femina, é como se segue: a grande vencedora é a haitiana Yanick Lahens com Bain de lune (Wespieser); o historiador Paul Veyne ganha o prémio de ensaio com Et dans l’éternité je ne m’ennuierai pas (Albin Michel) e o romance estrangeiro foi para a israelita Zeruya Shalev, com Ce qui reste de nos vies (Gallimard).

Confissões nos Emiratos: o novo Dan Brown pode estar pronto «um pouco antes». Caramba.

É até provável que Dan Brown venha a situar o seu novo livro — mais uma aventura de Robert Langdon – mais para oriente. Mas é quase certo que possa estar pronto ligeiramente antes da data prometida (mas sem interromper o seu ciclo: um romance novo de três em três anos). É este o resumo de um encontro com jornalistas numa feira do livro dos Emiratos Árabes, antes de partir para a Índia, onde estará presente em eventos de Nova Deli  e Mumbai.

Prémio Samuel Johnson: os finalistas

São estes os finalistas do Prémio Samuel Johnson de Não-Ficção, a atribuir esta noite, em Londres:

 

Roy Jenkins, de John Campbell (Cape)

The Iceberg: A Memoir, de Marion Coutts (Atlantic)

The Empire Of Necessity, de Greg Grandin (Oneworld)

Common People, de Alison Light (Fig Tree)

H Is For Hawk, de Helen Macdonald (Cape)

Village Of Secrets: Defying The Nazis In Vichy France, de Caroline Moorehead (Chatto)

 

No ano passado a vencedora foi Lucy Hughes-Hallett, com  The Pike, uma biografia do poeta e político italiano Gabriele D'Annunzio.