Tom Hanks tem uma bela coleção de máquinas de escrever – e está a escrever um conjunto de histórias em parte sobre elas, ou a propósito da sua paixão por máquinas de escrever. O livro será publicado pela Knopf.
Terminus radieux (Seuil), de Antoine Volodine é o Prémio Médicis deste ano. No ensaio, a distinção vai para Frédéric Pajak com o terceiro volume do seu Manifeste incertain (Noir sur Blanc) e Lily Brett ganha o Médicis de romance estrangeiro com Lola Bensky (La Grande Ourse).
Zeruya Shalev, Yanick Lahens e Paul Veyne
Quanto ao Femina, é como se segue: a grande vencedora é a haitiana Yanick Lahens com Bain de lune (Wespieser); o historiador Paul Veyne ganha o prémio de ensaio com Et dans l’éternité je ne m’ennuierai pas (Albin Michel) e o romance estrangeiro foi para a israelita Zeruya Shalev, com Ce qui reste de nos vies (Gallimard).
É até provável que Dan Brown venha a situar o seu novo livro — mais uma aventura de Robert Langdon – mais para oriente. Mas é quase certo que possa estar pronto ligeiramente antes da data prometida (mas sem interromper o seu ciclo: um romance novo de três em três anos). É este o resumo de um encontro com jornalistas numa feira do livro dos Emiratos Árabes, antes de partir para a Índia, onde estará presente em eventos de Nova Deli e Mumbai.