«Yet the residual need for one’s life to be a story persists from the print era, especially in people born before 1970. Print-era holdouts see the non-linear children of the web as shallow and emotionally impoverished. Young people “born digital”, with no vested emotional engagement with books, view print holdouts as souls adrift in a useless sea of nostalgia.»
Um dossier completo sobre o referendo escocês — na London Review of Books. Textos de Tariq Ali, John Burnside, T.J. Clark, Linda Colley, David Craig, Tom Devine, Norman Dombey, Anne Enright, Colin Kidd, Ross McKibbin, Ferdinand Mount, Tom Nairn, Glen Newey, Hugh Pennington e David Runciman.
Um milhão de euros: é esta a estimativa dos ganhos de Valérie Trierweiler com o seu livro Merci pour ce moment, segundo a L'Express. O seu contrato supõe um escalonamento de direitos de autor entre 15 e 18%. Segundo os dados GFK, as vendas atingiram os 150.000 este fim de semana. Numa perspetiva mais otimista, Trierweiler poderá vender cerca de 400.000, o que, além de ser completamente estapafúrdio, significa cerca de 1,4 milhões. Numa perspetiva nem pessimista nem otimista, mas apenas maldosa, isso resultou em 2.592€ por dia durante a estada no Eliseu. Pas mal.