Foi apresentado em Londres o novo livro da série das aventuras de Hercule Poirot — não escrito por Agatha Christie mas por Sophie Hannah, a escritora escolhida para dar nova vida ao belga Hercule Poirot. Desde a publicação do seu primeiro livro, em 1920, Agatha Christie escreveu oitenta policiais, dezanove peças de teatro e seis romances sob o pseudónimo Mary Westmacott. Vendem-se, todos os anos, 4 mil milhões de exemplares dos seus livros no mundo inteiro. Diz-se que apenas a Bíblia e Shakespeare superam tais vendas.
[A autora com a edição portuguesa.]
Sophie Hannah, a autora de The Monogram Murders traduzido em português como Os Crimes do Monograma (Asa), lançamento simultâneo em todo o mundo a 9 de Setembro. Os seus romances policiais estão publicados em vinte e sete países. É autora de cinco livros de poesia e foi já finalista do prémio TS Eliot. O aguardado policial que ressuscita o famoso detective Hercule Poirot foi traduzido em 29 línguas e é este mês publicado em 32 países.
A silhueta de Poirot embutida em botões de punho.
Adequado. Afinal, em Os Crimes do Monograma cada vítima ostenta na boca um botão de punho com o monograma PIJ.
A autora ao lado de Mathew Prichard, neto de Agatha Christie. Há cerca de dois anos, a família de Agatha Christie escolheu Sophie Hannah para recriar um policial à Agatha Christie: «Esta é uma declaração de amor a Agatha Christie e a Poirot», diz Sophie Hannah que descobriu a "Rainha do Crime" aos 11 anos e aos 14 já tinha lido toda a sua obra.
Sophie Hannah com Mathew Prichard e Hilary Strong (Administradora da Acorn Productions e da Agatha Christie Ltd).