Tendo em conta o que está a acontecer em Ferguson durante estes dias e, sem dúvida, em muitas outras cidades americanas, eis a resposta de autores como Teju Cole, Lydia Davis, Dave Eggers, Jonathan Safran Foer, Colum McCann, Taye Selasi, Zadie Smith, Maria Venegas ou Edmund White — Tales of Two Cities, com o subtítulo «The best and worst of times in today’s New York».
Autores de língua alemã (da Suíça, Áustria e Alemanha) — entre eles está a Nobel austríaca Elfriede Jelinek — protestam contra «os métodos» da Amazon em relação aos autores e livros publicados pelo grupo Bonnier. Os «métodos» da Amazon são idênticos aos usados, nos EUA, contra o grupo Hachette. Uma guerra que vai a meio.
Pois parece que Lindsay Lohan (publicamos estas fotografias acima para melhor identificarmos uma eventual obsessão), depois de ter anunciado que tem em seu poder uma «sex list» — com os nomes de todos os homens e mulheres da cinema com quem trocou fluidos corporais —, continua em maré de anúncios: além de querer publicar um livro de auto-ajuda para adolescentes, encara a possibilidade de avançar, finalmente, com a sua autobiografia: em três volumes, e com imagens. Aos 28 anos.
A pergunta vem neste artigo de Hamilton Nolan e é, no contexto americano, demasiado sindical, referindo-se sobretudo ao papel dos editores de jornalismo: «In the writing world, there is a hierarchy. The writers are on the bottom. Above them are editors, who tell the writers what to change. This is backwards. How many good writers has Big Edit destroyed?»