«Para nós portugueses, Camões cria a única mitologia cultural digna desse nome ainda viva e, apesar das aparências, mais viva do que nunca como texto profético da nossa perenidade sempre em instância do naufrágio.»
Excerto do ensaio de Eduardo Lourenço, publicado em exclusivo na edição de outubro da LER, a propósito do grande acontecimento editorial de 2011: o lançamento do Dicionário Luís de Camões.
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