Prémio Leya 2010 sem vencedor
«Limitações na composição narrativa e fragilidades estilísticas», dois dos motivos invocados pelo júri presidido por Manuel Alegre para não atribuir a terceira edição do Prémio Leya 2010.
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«Limitações na composição narrativa e fragilidades estilísticas», dois dos motivos invocados pelo júri presidido por Manuel Alegre para não atribuir a terceira edição do Prémio Leya 2010.
A ideia original é holandesa (dwarsligge), mas a sua aplicação editorial acaba de ser lançada em Espanha pela Ediciones B: 120 mil exemplares de «Librinos», um novo formato de livros de bolso «inspirado» nos leitores de livros electrónicos.
O jornal inglês The Guardian convidou dezenas de autores a divulgarem as suas escolhas. Desafio aceite por John Banville, Julian Barnes, A.S. Byatt, Eric Hobsbawm, Dave Eggers, Hilary Mantel, David Lodge, Tom Stoppard, Paul Theroux, Richard Ford, entre muitos outros.
Paulo Mourão Bugalho, médico neurologista de 35 anos, foi o vencedor da segunda edição do Prémio Literário Revelação Agustina Bessa-Luís com o romance A Cabeça de Séneca, a publicar brevemente pela Gradiva. Uma decisão unânime do júri presidido por Vasco Graça Moura, que realçou «a capacidade de criação de personagens, bem como as qualidades de estilo e de efabulação, e ainda o bem-sucedido entrosamento entre uma experiência cultural, decorrente da leitura e valorização dos clássicos, e a experiência vivencial do quotidiano das figuras, que se combinam nesta obra de ficção". Criado em 2008 pela Estoril Sol, este prémio de 25 mil euros distingue romances inéditos de autores portugueses até aos 35 anos, «sem qualquer obra publicada no género».