Ana María Matute, Prémio Cervantes 2010
Aos 85 anos, é a terceira escritora a conquistar o mais prestigiado prémio em língua espanhola. Disse há poucos dias: «Si me dan el Cervantes daré saltos de alegría, saltos de alegría espirituales». Está dado.
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Aos 85 anos, é a terceira escritora a conquistar o mais prestigiado prémio em língua espanhola. Disse há poucos dias: «Si me dan el Cervantes daré saltos de alegría, saltos de alegría espirituales». Está dado.
Pretexto: os 70 anos sobre a morte de Walter Benjamin. Participantes: João Barrento, autor do recente O Género Intranquilo, ensaísta e tradutor da obra do pensador alemão (a propósito, a Assírio acaba de lançar a tradução O Anjo da História) e Maria João Cantinho, especialista em Benjamin e colaboradora da LER (na edição de Janeiro poderá ler precisamente a sua crítica a O Anjo da História). «Walter Benjamin, entre a catástrofe e a redenção da história» é o título de mais um encontro literário no âmbito do programa «A Cidade e a Escrita», iniciativa do P.E.N. Clube Português e do Goethe-Institut Portugal. Dia 29, às 18h30, no Goethe-Institut, em Lisboa. Entrada livre.
E entre elas está Freedom, de Jonathan Franzen. Lista completa aqui.
Rui Zink é o escritor português convidado a participar na edição anual deste Parlamento que decorre em Istambul, entre hoje e sábado. Há quatro «comissões» literárias de serviço e cerca de 60 autores, como V.S. Naipaul (que afinal não vai comparecer) ou Norman Manea.
O balanço literário da década no mundo lusófono, uma organização do Centro Nacional de Cultura em parceria com o PNETLiteratura, prossegue amanhã com Maria Aparecida Ribeiro e «o romance brasileiro». Mais informações aqui.