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Livros. Notícias. Rumores. Apontamentos.

Cartas de Bruce Chatwin lidas por Paul Theroux

«There are no letters to his other lovers – there were many – or to Werner Herzog, Robin Lane Fox, Redmond O’Hanlon, or other people who mattered to him greatly. This is a shame, but there are plenty here, enough for it to seem that Chatwin is narrating his own life, from the false starts, unsatisfying jobs, unfinished studies and unpublished writing to the precipitate moves, the eruptions of boredom and the infatuations with people, with places, with ideas. These letters burst with affectionate salutations, explosions of rage, sudden enthusiasms.

Chatwin is often depicted as a solitary traveller, yet he needed to be in touch. Solitary is one thing, lonely is quite another. I was left thinking that he was perhaps one of the loneliest people I have ever known. It is a wonder, given the desperate pace of his life, that he was able to write anything at all. That he did, and so well, is a considerable achievement, because he clearly hated being alone.» Texto completo no Telegraph.

LER hoje nas bancas!

Nesta edição invertemos o calendário: falamos de viagens em Setembro como poderíamos falar do calor do Verão em Dezembro ou dos amores de Outono em Março. Como um ritual de arrependimento (pelas viagens que não fizemos), a identificação de uma crise (as viagens que não pudemos fazer), um lugar de paixão (as viagens que recordamos).

JOSÉ MATTOSO - AO SABOR DA HISTÓRIA
O historiador e antigo monge beneditino encontrou refúgio numa aldeia de Aveiro, à beira-Vouga, de onde gosta «de olhar para a História com um espírito contemplativo.» Portugal, Deus, Timor, Saramago e até o programa Novas Oportunidades – uma entrevista com o profícuo autor e coordenador dos recentes Património de Origem Portuguesa no Mundo, a História da Vida Privada em Portugal e Portugal - O Sabor da Terra.

 

DIÁRIOS DE VIAGENS - NOTAS COLADAS À PÁGINA
Há 50 anos, Eduardo Lourenço tentava descortinar a alma mexicana; Paulo Faria continua a pesquisar os arquivos de Cormac McCarthy no Texas; Eduardo Salavisa, de caneta preta e aguarela, viaja por Buenos Aires, Marraquexe, Veneza e Cidade da Praia; Isabel d’Ávila Winter escreve na Austrália sobre Portugal; e Susana Moreira Marques persegue, em Zurique, o rasto de um nome mítico da literatura de viagens: Annemarie Schwarzenbach.

 

ROTEIRO DE ARTISTA - DE HOMERO A ROTH
Rogério Casanova em rota de colisão com a Grécia de Homero, a Praga de Hrabal e Kafka, a Rússia de Gogol, a Tanzânia de Hemingway, a Angola de Kapuscinsky, a Índia de Naipaul, o Sudeste Asiático de Conrad ou a Newark de Roth. Sugestões para dar meia-volta, todo o ano.


DEZANOVE LIVROS DE VIAGENS PARA LEVAR NO BOLSO

Há livros que nunca entrarão nas listas de «livros de viagem» ou de «literatura de viagens». Fazem parte da bagagem que cada um transporta - romances, histórias que atravessam cenários e mapas de lugares onde se esteve ou onde nunca se chegará.

MARIA GABRIELA LLANSOL - ESCRITA SEM FIM
Na casa que foi a de Maria Gabriela Llansol, em Sintra, o tempo não ficou suspenso após a sua morte, em 2008. O Grupo de Estudos Llansolianos prossegue aí o tratamento do imenso espólio inédito da autora de Livro de Horas. Pelo caminho, ilumina-se de novo uma obra aberta.

 

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