Influências: Kafka, Borges, Gogol, Montaigne, Cervantes.
Uma curiosidade: uma pequena entrevista de José Saramago no Financial Times, em Dezembro de 2009.
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Uma curiosidade: uma pequena entrevista de José Saramago no Financial Times, em Dezembro de 2009.

Crítica de John Updike a O Homem Duplicado: «Saramago has the gift of gab. Our impression is of a writer, like Faulkner, so confident of his resources and ultimate destination that he can bring any improbability to life by hurling words at it.»
Aqui (New Yorker), pode ler a crítica de James Wood a As Intermitências da Morte, de José Saramago.
No The New York Times, na página de obituários, o texto assinado por Fernanda Eberstadt: «As a professional novelist, Mr. Saramago was a late bloomer.»
Gregory Cowles, no Paper Cuts, o blog de livros do The New York Times:
«I immediately started looking for a quotation from the new book that I could post as a tribute, but nothing seemed quite right until I landed on Saramago’s dedication to his wife, which under the circumstances is especially powerful and sad: “To Pilar,” he wrote, “who wouldn’t let me die.”»
O Estadão elaborou uma cronologia básica de José Saramago. Útil nas escolas, boa para compreender ao primeiro olhar.
Em 2006 Stephanie Merritt publicava a primeira entrevista com José Saramago num jornal inglês — no The Guardian: «I think the novel is not so much a literary genre, but a literary space, like a sea that is filled by many rivers. The novel receives streams of science, philosophy, poetry and contains all of these; it's not simply telling a story.»
Em 2008, nova entrevista de José Saramago ao The Guardian (a Maya Jaggi): «I don't make excuses for what communist regimes have done. But I have the right to keep my ideas.»

O Estado de São Paulo fez o «trabalho de casa» como poucos; na edição de hoje, entrevistou Harold Bloom sobre José Saramago:«Em 2003, o crítico literário norte-americano Harold Bloom reforçou a fama de provocador ao afirmar que Saramago era, em sua opinião, o mais talentoso escritor vivo daquele momento. O único a ombreá-lo seria o também americano Philip Roth. Era o início de uma amizade intensa, marcada tanto por afagos desse quilate como por troca de farpas, especialmente quando suas opiniões discordavam em relação à política internacional.» Tudo aqui.
Francisco José Viegas, o director da LER, na SIC (Jornal da Tarde) no dia da morte de José Saramago.