Malucos para tudo, e ainda bem

Vem no Telegraph: estão aí os áudio-livros — mas em vinil! Há doidos para tudo e Nathan Dunne, o seu criador, pode ser um deles. Bem-vindo sejas, Nathan.
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Vem no Telegraph: estão aí os áudio-livros — mas em vinil! Há doidos para tudo e Nathan Dunne, o seu criador, pode ser um deles. Bem-vindo sejas, Nathan.

Saiba por que razão Stephenie Meyer preguiçou e The Short Second Life of Bree Tanner suscita estas dúvidas, no The Guardian. Mas os leitores fizeram fila desde as cinco da manhã. São, como todos os leitores em geral, vampirodependentes.

Afinal, o Lince, ontem apresentado em Lisboa pela ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, ainda não é o conversor oficial do Português segundo o Acordo Ortográfico, apesar de ter sido criado pelo Instituto de Linguística Teórica e Computacional (ligado à Fundação para a Ciência e a Tecnologia, à Universidade de Lisboa e à Universidade Nova de Lisboa). Enquanto se aguarda a decisão do Conselho de Ministros, o Lince é, portanto, uma espécie de transferidor.
Entretanto, pode fazer o download do Lince nesta página, com versões para Macintosh (Mac OS X), Windows e Linux, desde que o computador tenha instalado Java em versão 1.5 ou superior (download aqui).
Encontrados manuscritos de Stieg Larsson mas, calma!, não é mais um volume da trilogia Millenium: «datarão de cerca de 1970, quando o autor tinha 17 anos», diz a Biblioteca Nacional Sueca. Notícia no Público.
> OPINIÃO > >O futuro começa quando menos se espera. Há uma semana, uma dúzia de editoras de livros lançou em Espanha uma ‘plataforma de distribuição de conteúdos digitais’, depois de em Outubro do ano passado o mesmo ter acontecido em França. Ou seja: estão preparados para publicar, gerir e distribuir e-books. As redes de distribuição e comercialização portuguesas encolheram os ombros porque ‘é longe’, claro. Agora, as editoras brasileiras mais importantes anunciaram a mesma opção. É do outro lado do Atlântico, mas é mais perto do que Espanha. Seria bom relembrar as infelizes e improváveis declarações do ministro da Ciência sobre a pirataria na net, e mencionar a ausência de legislação e iniciativas do governo sobre o mesmo assunto. Vai começar a guerra. E os ‘maus’ vão ser punidos.
Francisco José Viegas, na coluna do Correio da Manhã.
No Bibliotecário de Babel, José Mário Silva publica o seu texto do Actual/Expresso sobre o novo Prémio Camões, Ferreira Gullar.

Elefantes em book crossing e uma Elephant Parade para promover a edição inglesa de A Viagem do Elefante, de José Saramago, na Vintage Books.
Veja, aqui, as outras capas de Saramago na Vintage.

Na Dublin Review of Books, interrogações em torno de Salinger e uma leitura de In Search of J. D. Salinger, de Ian Hamilton.

Um ensaio – brilhante – sobre a arte do soneto; para que serve, para que serviu, por que razão é uma forma tão perfeita. Por
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Imaginemos que Sebastian Wilhelm é director criativo da agência de publicidade Santo. Imaginemos que as Ediciones P, da Argentina, lhe pediram para colocar no top os seus livros de textos clássicos, de Romeu e Julieta a Arte da Guerra. O homem conseguiu-o. E conta como um cabotino, autor de um livro com um título de 115 palavras, deve ser levado a sério. Já se ouvem os acordes de um vídeo no YouTube: «Num mundo dominado por estranhos deuses vingativos, um homem está disposto a tudo para vingar a morte do seu amigo...» Que livro? A Ilíada. E por aí fora...
Ainda sobre as listas dos dez mais vendidos, aqui um texto sobre a matéria. [Da revista de El Clarín.]