«A 80.ª Feira do Livro do Porto abre ao público no próximo dia 1 de Junho na Avenida dos Aliados, com horário alargado, e prolongando-se até 20 de Junho, o domingo que antecede o S. João. Na sequência de contactos telefónicos entre a APEL e a Câmara do Porto, as duas instituições ultrapassaram as dificuldades existentes e clarificaram a coordenação das diversas iniciativas planeadas para a Avenida dos Aliados, de forma a permitir uma gestão harmoniosa de eventos, sem pôr em causa o protocolo celebrado o ano passado entre o Município e a APEL para a realização da Feira do Livro na Baixa da Cidade. Encerrada à meia-noite de ontem a edição de Lisboa, os trabalhos de montagem da Feira do Livro do Porto começam hoje mesmo, e prosseguem ao longo da semana, de forma a que o evento seja inaugurado no primeiro dia do mês das Festas da Cidade, enriquecendo assim o intenso programa de animação da Baixa. Assim, durante praticamente três semanas a Avenida dos Aliados poderá voltar a conjugar de uma forma particularmente feliz a cultura e a actividade económica, em torno da grande festa do livro que é a sua própria feira. Recorde-se que no ano passado, estreia do regresso da Feira do Livro à Baixa, o evento foi maciçamente reconhecido como um enorme sucesso, mobilizando muitas dezenas de milhares de visitantes e compradores.»
Comunicado conjunto de Rui Rio (presidente da Câmara Municipal do Porto) e de Paulo Teixeira Pinto (presidente da APEL).
A comunidade de leitura «Nós e os Clássicos» continua hoje com a ensaísta Ana Maria Almeida Martins e Causas da Decadência dos Povos Peninsulares (Antero de Quental). Moderação de Filipa Melo, a partir das 19h, no Almedina Atrium, em Lisboa.
Segundo o Blogtailorsa Feira do Livro do Porto pode realizar-se em Vila Nova de Gaia e não no Porto, depois de a APEL e a Câmara do Porto se terem desentendido sobre o local onde aquela teria lugar — na Rotunda da Boavista (segundo a APEL) ou nos Aliados (para a Câmara).
A tertúlia mensal Poesia em Vinyl regressa amanhã ao restaurante-bar Vinyl, junto à antiga FIL de Lisboa. Convidados: José Luís Peixoto, o pianista Filipe Melo e a actriz Maria João Luís, que lerá poemas do autor de A Casa, a Escuridão. Como habitualmente, o convidado principal escolhe uma entrada e uma sobremesa. Entre as surpresas anunciadas pela organização (de Raquel Marinho e Luís Filipe Cristóvão) está a leitura de poemas inéditos de José Luís Peixoto. Entrada livre, a partir das 21h.
O Bom Inverno, título do novo romance de João Tordo, será editado em Setembro e As Memórias Secretas da Rainha D. Amélia, de Miguel Real, é lançado um mês depois. Já em Junho, chegará às livrarias A Vida Verdadeira, o romance estreia de Vasco Luís Curado, autor de A Casa da Loucura (1999) e O Senhor Ambíguo (2001). Edição Dom Quixote.
Platão, Lucrécio, Montaigne, Rousseau, Kant, Nietzsche, Heidegger, Sartre, Arendt, entre outros, num livro editado pela Tinta-da-China que tem como subtítulo «Amar de Sócrates a Simone de Beauvoir». Apresentação de Eduardo Lourenço e Carlos Vaz Marques (que assina a tradução), amanhã, às 18h, no Instituto Franco-Português (Lisboa), com a presença de uma das autoras: Aude Lancelin, jornalista do Nouvel Observateur. O livro só chega às livrarias em Junho e tem pré-publicação garantida na próxima edição da LER.
Trinta crónicas publicadas há 38 anos no Record, reunidas em livro há cinco (Assírio & Alvim) e agora gravadas pelo poeta e recitador Nuno Moura para a Boca. A edição inclui fotografias inéditas e textos de Mário Zambujal, José Carlos Vasconcelos, Nuno Costa Santos e Nuno Moura, autores que, na companhia de Ana Assis Pacheco, estarão presentes amanhã, às 18h30, na Feira do Livro de Lisboa (esplanada laranja).
O «bom dinossauro irascível» (Liberátion) partiu subitamente, na sexta-feira, em Lisboa. Ficam as memórias de quem conviveu e trabalhou com um dos principais divulgadores da literatura portuguesa em França, escritor e criador das Éditions de La Différence.