A Presença lança na terça-feira o livro Invictus – O Triunfo de Mandela (excerto disponível aqui), de Jonh Carlin, e oferece cinco exemplares aos primeiros cinco leitores (devidamente identificados) que respondam correctamente à pergunta: Em que ano Jonh Carlin ganhou o prémio Ortega & Gasset de Jornalismo?Apostas para marta.serra@circuloleitores.pt.
As seis páginas ilustradas que acompanham o ensaio de Henrique Raposo («Enterre-se o liberalismo kung fu») na mais recente edição da LER (desde a semana passada nas bancas) têm um autor: Pedro Vieira, o nosso «ilustrador residente». Um belíssimo autor que, por lapso, não aparece identificado nessas páginas. Fica aqui o reparo. Também por lapso, o lead do ensaio ficou sem duas palavras (assinaladas a bold):
Francis Fukuyama estava duplamente errado. Para começar, o seu «Fim da História» foi desafiado por uma modernidade alternativa ao modelo ocidental: o «capitalismo iliberal» assente nos valores asiáticos. Depois, a existência de democracias em todas as longitudes poderia dar-lhe razão. Mas não dá. Estes regimes liberais não-ocidentais nasceram muito antes do momento sagrado para o autor norte-americano: 1989.
Aqui fica o indispensável pedido de desculpas: ao Pedro, ao Henrique e aos leitores.