Gilberto Freyre, protagonista da Flip 2010
Em ano de Mundial de Futebol, e também por isso, a Festa Literária Internacional de Paraty realiza-se de 4 a 8 de Agosto e terá Gilberto Freyre como autor homenageado.
Foto retirada daqui.
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Em ano de Mundial de Futebol, e também por isso, a Festa Literária Internacional de Paraty realiza-se de 4 a 8 de Agosto e terá Gilberto Freyre como autor homenageado.
Foto retirada daqui.
O Pintor Desconhecido, a publicar em 2010 pela Livros Horizonte, conquistou a «modalidade infantil» do Prémio Branquinho da Fonseca/Expresso/Gulbenkian. A autora, Mariana Roquette Teixeira, recebe hoje o galardão na sala 1 da Fundação Gulbenkian, a partir das 18h30. «O júri, composto por Ana Maria Magalhães, Inês Pedrosa, José António Gomes, Maria Manuela Goucha Soares e Maria Helena Melim Borges, deliberou não atribuir o prémio na modalidade juvenil, por considerar que nenhum dos 21 originais concorrentes se enquadrava nos objectivos com que o prémio foi instituído: incentivar a escrita de um texto de ficção dirigido a pré-adolescentes ou adolescentes.»
Com o primeiro mês de 2010 à porta, nada de mais avisado do que recordar os principais acontecimentos editoriais de Janeiro de 2009. Está tudo aqui.
Poemas Portugueses – Antologia da Poesia Portuguesa do Séc. XIII ao Séc. XXI é apresentada hoje, às 19h, na Fundação Medeiros e Almeida, em Lisboa. Oitocentos anos de poesia, 267 autores e mais de dois mil textos, com prefácio de Vasco Graça Moura. Coordenação e organização Jorge Reis-Sá e Rui Lage:
«Esta é a primeira antologia panorâmica que abarca a poesia portuguesa desde os seus alvores, na transição do século XII para o século XIII, cerca de seis décadas após o nascimento do Reino de Portugal, até ao presente, entendendo-se por presente o ano de 2008, data dos poemas mais recentes aqui recolhidos. Em consequência desta novidade, surge uma outra: a de ser esta a primeira vez que todo o arco temporal do século XX é objecto de um projecto antológico não exclusivo, isto é, nem temático, nem tendencioso. Por outras palavras, esta antologia, passe a redundância, começa no começo, e termina na actualidade. [...] Nestas mais de 2000 páginas coexistem, diacronicamente, mais de 800 anos de poesia, desde a "Cantiga de Garvaia" de Paio Soares de Taveirós, datável do primeiro decénio do século XIII, até Outubro de 2008, data do mais recente poema aqui incluído, "Rasto", de Luís Quintais.»
Uma descida de 16% para 4%, segundo a notícia do El País.
A Fundação Eça de Queiroz prepara o lançamento de um novo prémio cultural em homenagem ao autor de Os Maias, associando-se para isso a várias autarquias e empresas da região de Baião. «É nossa intenção que o prémio não se limite à literatura, mas que abranja também a fotografia, a pintura e outras expressões culturais», afirmou à agência Lusa o autarca José Luís Carneiro. Isabel Pires de Lima, antiga ministra da Cultura, é a responsável pela regulamentação deste prémio anual que não tem ainda valor pecuniário definido.
Um bom indício do modo como nos relacionamos com Portugal são as nossas autofigurações, as feitas e as por fazer. Quanto às feitas, reparemos em duas, uma popular e outra erudita.
O livro de Alberto Vaz da Silva, editado pela Assírio & Alvim, com prefácio de Maria Velho da Costa e posfácio de José Tolentino de Mendonça, será apresentado por Guilherme d’Oliveira Martins e pela filha da poetisa portuguesa, Maria Sousa Tavares, na próxima quarta-feira, às 18h30, no Centro Nacional de Cultura.
Fotografia de Eduardo Gageiro.
«If I had something bad happen to me, then I needed to write so it would get better. But then when for a while bad things stopped happening, I didn't have anything to write.»
Entrevista a Diana Athill, 91 anos, editora de autores como Philip Roth, Jean Rhys, VS Naipaul, Brian Moore ou John Updike.
«Quando se relê o primeiro romance de Cabrera Infante, Três Tristes Tigres, obra-prima irreverente e revolucionária, conclui-se que Bolaño não passou de aprendiz de feiticeiro.»
Texto de Antonio Gonçalves Filho (O Estado de S. Paulo).
Depois de mais uma jornada, as meias-finais estão aí: Areia nos dentes x Galiléia e Flores azuis x A arte de produzir efeito sem causa. Promete.
O El País publica hoje uma reportagem sobre a Fundação Camilo José Cela, na Corunha, onde está guardado o enorme acervo do Nobel de 1989: 58 manuscritos, mais de 60 mil livros, 95 mil cartas, cerca de 50 mil exemplares de 1200 revistas e jornais, etc.
Tal como aconteceu em Lima, os dois escritores (crónicos candidatos ao Nobel) mostram que estão de acordo em algumas coisas, entre elas a certeza de que a melhor literatura não nasce na razão, mas do lado obscuro e irracional do ser humano. Resumo do debate aqui.
Os direitos foram negociados há pouco tempo e os livros serão publicados nos próximos anos.
O Diário Económico avança que António de Sousa é o parceiro financeiro de Paulo Teixeira Pinto para a criação do novo grupo editorial.
A autora do romance A Casa-Comboio foi distinguida com o Prémio Agustina Bessa-Luís - criado pela Estoril Sol em 2008 e que se destina a obras inéditas de escritores com menos de 35 anos - pela «assinalável qualidade narrativa, conjugando bem os elementos de natureza documental acerca dos contextos pessoais e colectivos da experiência portuguesa na Índia».
A ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, assegura que «não será no Pavilhão de Portugal, até porque não tem ligação directa com o Ministério da Cultura», mas antes «num espaço onde os portugueses se revêem na sua portugalidade.»
O site sobre a vida e obra de António Alçada Baptista (1927-2008), desenvolvido pelo Centro Nacional de Cultura com o apoio da Fundação Oriente e do Montepio, já está online mas tem lançamento oficial marcado para dia 18, às 12h, na Fundação Oriente.