É hoje publicado o livro Um Leão Chamado Christian, da autoria de Anthony Bourke e John Rendall, «que retrata o percurso da amizade invulgar entre os dois homens e Christian, o leão, desde os primeiros meses de vida em Londres, até ao reencontro inesquecível no Quénia». A Presença oferece cinco exemplares aos primeiros cinco leitores (devidamente identificados) que respondam correctamente à pergunta: Em que ano os dois amigos compraram o leão nos armazéns Harrods, em Londres? Apostas para marta.serra@circuloleitores.pt.
Leitura de excertos da obra de Agustina Bessa-Luís por Pedro Mexia, Maria João Seixas, Leonor Silveira e António Mega Ferreira e aexposição biográfica produzida pelo Instituto Camões, com guião de Inês Pedrosa e realização gráfica de João Botelho, fazem parte do programa criado pelo Centro Cultural de Belém para comemorar os 87 anos da escritora que recebeu o Prémio Camões em 2004.
«Digamos que a criança que há em mim ficaria muito feliz por ganhar o Nobel, mas então o adulto devia fazer a viagem até à Suécia e, na minha idade, eu não suporto nem as grandes viagens nem o jet-lag. Mas a criança que há em mim é muito, muito forte... John Updike, que era um colosso – não havia nada que ele não pudesse escrever – não o recebeu. John Cheever, que era o Vermeer da literatura americana, também não. Quer dizer, para um americano branco é difícil ter o Nobel. Sou judeu, talvez tenha sorte...»