Entre eles, os portugueses A Eternidade e o Desejo, de Inês Pedrosa, Aprender a rezar na era da técnica, de Gonçalo M. Tavares, Cemitério de pianos, de José Luís Peixoto, e Ontem não te vi em Babilónia, de António Lobo Antunes. Os restantes são A arte de produzir efeito sem causa, de Lourenço Mutarelli, Acenos e Afagos, de João Gilberto Noll, Cinemateca, de Eucanaã Ferraz, Heranças, de Silviano Santiago, O livro dos nomes, de Maria Esther Maciel, e Ó, de Nuno Ramos.
Notícia completa no Público: «Qualidade dos finalistas dificultará escolha dos vencedores do Prémio PT»