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Livros. Notícias. Rumores. Apontamentos.

Prémio Literário José Saramago anunciado dia 17 de Outubro

O júri constituído por Guilhermina Gomes, Nélida Piñon, Pilar del Rio, Vasco Graça Moura e Ana Paula Tavares já escolheu o vencedor da edição mais concorrida de sempre (37 originais). O anúncio está marcado para o dia 17 de Outubro, às 12h00, no Museu Municipal de Penafiel. O Prémio Literário José Saramago tem o valor pecuniário de 25 mil euros e é atribuído pelo Círculo de Leitores, de dois em dois anos, a um autor com menos de 35 anos e obra de ficção editada em língua portuguesa.

Guerra e Paz contesta decisão judicial (comunicado)

A Guerra e Paz Editores foi hoje notificada pelos tribunais da proibição da venda do livro Maddie, a Verdade da Mentira e da proibição de contratar com editores estrangeiros a cedência dos direitos de edição do livro de Gonçalo Amaral para outros países, da proibição de citar, analisar, comentar partes do livro e da proibição de reproduzir, comentar, opinar ou dar entrevista sobre determinada tese contida no livro.
Como empresa editora, a Guerra e Paz considera ser, acima de tudo, um veículo de comunicação, cabendo-lhe alargar, com os livros que publica, o debate público e a diversidade de ideias, por forma a enriquecer um público adulto que é (ou devia ser) soberano e livre de ler o que bem entenda e de, sobre esses ou com esses livros, formar a sua opinião.
Por essa razão, a Guerra e Paz Editores entende que as proibições agora decretadas pelo Tribunal são atentatórias da liberdade de expressão e da liberdade contratual, ferindo os direitos mais elementares consagrados na Constituição Portuguesa.
Pelo momento em que as proibições são anunciadas – mais de um ano depois da publicação – e pela amplitude das mesmas, alargando o âmbito da aplicação a todo o mundo, esta proibição é injustificada e discutível, merecendo a mais completa discordância moral da Guerra e Paz. Só o respeito pelas instituições e a nossa vontade de contribuir para o seu prestígio, nos leva a acatar esta proibição arbitrária que contestaremos nos tribunais portugueses e, se necessário, em instâncias supra-nacionais.
Queremos, por fim, deixar aqui uma palavra solidária ao nosso autor, Gonçalo Amaral, por ser sujeito à violação de um dos exercícios fundamentais da vida humana, o do direito de livre expressão, proibição que não honra o país em que nasceu.

Leya lança vinte livros no Brasil até Dezembro

O grupo editorial liderado por Miguel Pais do Amaral oficializa hoje, no Palácio de São Clemente (Rio de Janeiro), «o início das atividades no Brasil», como se lê neste artigo publicado na Veja. O calendário de lançamentos dos vinte títulos previstos até ao fim de 2009 começa em Outubro com O Rastro do Jaguar, de Murilo Carvalho, vencedor da primeira edição do Prémio Leya.

[Via Blogtailors]