Para celebrar os 60 anos dos National Book Awards, a National Book Foundation criou um blogue onde, desde terça-feira e até 21 de Setembro, recordará os 77 vencedores na categoria de ficção. Começou com The Man With the Golden Arm (1950), de Nelson Algren, e terminará com Shadow Country (2008), de Peter Matthiessen, passando por nomes como Ralph Ellison, Saul Bellow, Philip Roth, Flannery O’Connor, Eudora Welty ou Alice McDermott.
Pelo livro A Terceira Mãe, editado pela Campo das Letras. Desenvolvimento da notícia no Público e comentários de José Mário Silva aos três prémios da APE.
Eduardo Coelho voltou de Paraty e escreveu algumas notas sobre o festival, com especial destaque para Lobo Antunes, o grupo Leya e a futura biografia de Manuel Bandeira.
«[...] Tomás da Fonseca (1877-1968), famoso iconoclasta, viu alguns dos seus livros proibidos durante o Estado Novo. Autor de uma vasta obra, nenhum dos seus títulos foi editado nos últimos cinquenta anos.
A Antígona sairá, já em Setembro, com O Santo Condestável – Alegações do Cardeal Diabo, que reproduz uma conferência realizada na Universidade Livre de Coimbra, em 1932, de onde o autor foi obrigado a sair escoltado, não tendo terminado a sua comunicação.
Num ano (2009) em que Nun’Álvares foi oficialmente canonizado, fica o eco das palavras de Tomás da Fonseca: «Nossa Senhora terá vergonha de ter ao seu lado um militar-santo com as mãos sujas de sangue.»
Seguir-se-á a publicação, em Outubro, de Na Cova dos Leões, o livro mais anticlerical de sempre, que desmonta e denuncia a grande e espectacular mentira de Fátima, humilhando a Igreja e a padralhada em geral.»
Carlos Vaz Marques revelou há pouco no seu twitter: Caderno Afegão, de Alexandra Lucas Coelho, será o próximo volume da colecção de viagens publicada pela Tinta-da-China. Nas livrarias em Setembro.