Nova edição de 'O Medo'
A 4ª edição de O Medo, de Al Berto, chega às livrarias nos próximos dias. Edição Assírio & Alvim. Fotografia de Paulo Nozolino.
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A 4ª edição de O Medo, de Al Berto, chega às livrarias nos próximos dias. Edição Assírio & Alvim. Fotografia de Paulo Nozolino.
Segundo a Unesco, há 2500 línguas em risco. Notícia no Guardian.
Luis Sepúlveda é o vencedor da 13ª edição do Premio Primavera de Novela (Espanha), no valor de 200 mil euros. Desenvolvimentos no El País.
Os novos romances lançados em Fevereiro nos EUA, segundo o New York Times.
«Provavelmente vamos ter que renunciar», diz o editor Joaquim Jorge Araújo ao Jornal de Negócios. «A única solução para salvar a empresa é encontrar um parceiro que viabilize um aumento de capital de um milhão de euros.» [via Blogtailors]
Só há poucos dias, devidamente avisados, descobrimos que o Cadeirão Voltaire não estava na lista aqui ao lado. Erro tremendo. O blogue de Sara Figueiredo Costa é obrigatório.
José Rodrigues dos Santos diz não ter preferência sobre qual dos quatro livros disponíveis deve ser adaptado primeiro pela estação pública de televisão: A Filha do Capitão, O Codex 632, O Sétimo Selo ou A Vida Num Sopro.
Cartas da Terra, livro escrito há cem anos por Mark Twain, regressa agora às livrarias com edição Bertrand — mistura de ensaio, ficção e notas, foi publicado após a morte do escritor norte-americano (1835-1910). Outros lançamentos da mesma editora: O Assassino Inglês, de Daniel Silva, As Três Mulheres de Sansão, de Aquilino Ribeiro, Antes de Eu Morrer, de Jenny Downham, e Doida Não e Não!, a biografia da filha mais velha do fundador do Diário de Notícias, escrita por Manuela Gonzaga.
O ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro, afirmou ontem que o Acordo Ortográfico deverá entrar em vigor no primeiro semestre de 2009.
Deve ser publicado em França no fim de 2009, dois a três meses depois do lançamento nos Estados Unidos.
Retrato de Paolo Giordano no Ipsílon, agora online (e crítica).
A New Yorker assinala os 20 anos da fatwa iraniana sobre Rushdie com um artigo de Ian McEwan sobre os primeiros dias de clandestinidade do autor dos Versículos Satânicos.
Conferência de imprensa, ontem, em Lisboa.
A Casa do Fim, livro de estreia (1992) de José Riço Direitinho, acaba de ser publicado no Brasil pela editora 7Letras.
Segundo se pode ler no The Guardian, Dan Brown já terminou o seu novo romance.
«Em primeiro lugar, creio que a concentração, que para muitos foi uma surpresa, era algo que devia esperar-se. Há demasiadas editoras e demasiados livros para o público leitor que temos. Creio também que a concentração vai trazer, ao contrário do que muitos esperam, uma redução dos títulos publicados. Os grandes grupos sabem fazer as contas e vão perceber melhor a realidade do mercado do que os pequenos projectos editoriais, muitas vezes quixotescos na sua gestão e análise de mercado.
Eu não esperava mais concentração editorial em 2009, antes de se entrar neste momento de crise. Agora acho que, se os grupos grandes agirem bem informados e de forma inteligente, haverá bastantes aquisições. A economia do mercado editorial português é, infelizmente, feita sempre no limite do sustentável e a crise vai abanar muito as pequenas editoras. Acho que haverá compras e por valores quase insignificantes. As pequenas editoras só com muita dificuldade vão sobreviver à junção das políticas de esmagamento dos grandes grupos (já alguém reparou que é raro encontrar um livro publicado por um grande grupo a mais de 16 euros?) e da crise que, tenho a certeza, vai agravar-se.
Aos grandes grupos surgirá a possibilidade de comprar marcas e catálogos de peso por quase nada – e as pequenas editoras terão de o aceitar ou falir. Penso, pois, que 2009 verá o final de muitos projectos interessantes, a não ser que os grandes grupos intervenham. Pessoalmente estou certo de que o que sobreviver a este momento vai ser, pela primeira vez, uma indústria cultural adequada ao mercado. Mas, durante esse processo, viveremos dias negros para a edição em Portugal.»
Excerto de um texto de Hugo Xavier, editor da Cavalo de Ferro, publicado na edição de Janeiro da LER, semanas antes da notícia da aquisição desta editora pela Fundação Agostinho Fernandes.
Conferência de imprensa «em que serão anunciados os moldes em que a Cavalo de Ferro passará a integrar o Grupo Editorial da Fundação Agostinho Fernandes» — segundo se pode ler no comunicado — hoje, às 18h30, na Buchholz, Largo Rafael Bordalo Pinheiro, 30, em Lisboa.
O El País sabe que muito já se escreveu sobre a biblioteca de Hitler e, por isso, escolheu Hitler's private library, the books that shaped his life, de Timothy W. Ryback, publicado em Outubro de 2008, como um dos livros mais fascinantes sobre o tema.
The Pickwick Papers, de Charles Dickens, será um dos primeiros livros publicados pela Tinta-da-China, a partir de Setembro, na nova colecção de clássicos de humor, coordenada por Ricardo Araújo Pereira.
«Vou publicar este livro que acabei agora e escrever um último livro para arredondar a obra. Essa é a minha ideia. Depois, nessa altura, quando sair esse livro que arredonda, que eu penso que me levará dois anos de trabalho - se conseguisse começá-lo este ano -, acabam os romances, acabam as crónicas, acaba tudo e não publico mais nada. A minha voz falada ou escrita já não se ouvirá mais.» António Lobo Antunes, entrevistado por João Céu e Silva, hoje no Diário de Notícias, a propósito do seu novo livro Que Cavalos São Aqueles Que Fazem Sombra no Mar?.
Ruas, caminhos, labirintos, cruzamentos, viagens. A geografia literária (de cada leitor, de cada escritor) marcou o dia de ontem, nas Correntes. Antonio Orlando Rodriguez só sentiu que chegou a Alexandria quando conseguiu deitar-se na cama de Kavafis; José Mário Silva viajou até à Patagónia, com Chatwin, e a East Anglia, com Sebald, sem sair das páginas dos livros; Santiago Gamboa só percebeu que as ruas de Bogotá (onde nascera) não estavam orfãs de literatura quando foi estudar para Madrid, aos 19 anos; Eloy Santos falou sobre os escritores encallados (de calle) - «da impossibilidade do caminho nasce a possibilidade do relato, da narrativa»; e Gonçalo M. Tavares contou histórias, algumas dos seus livros, outras das suas viagens, e demorou-se propositadamente na palavra «reparar». (cont.)