Bienal de São Paulo em números
Dois milhões de livros à venda, 350 expositores e 4000 lançamentos. É assim a Bienal de São Paulo. Até 24 de Agosto.
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Dois milhões de livros à venda, 350 expositores e 4000 lançamentos. É assim a Bienal de São Paulo. Até 24 de Agosto.
Lançamentos da Quasi para a rentrée: Férias de Agosto, de Cesare Pavese (tradução de Ana Hatherly), Pequena Enciclopédia da Noite, de Carlos Nejar, Os Esquilos de Long Island, de Jorge Reis-Sá, e Poemas Escolhidos, de Elio Pecora (tradução de Simonetta Neto). Lista completa até Dezembro.
Peter Brook (Londres, 1925) foi hoje distinguindo em Oslo com o primeiro Prémio Internacional Ibsen. De acordo com o El País, o encenador britânico receberá cerca de 314 mil euros no próximo dia 31 de Agosto.
Nota: Caro Miguel Loureiro, obrigado pelo comentário e correcção.
«O meu livro mais recente foi A Ponte Submersa [Dom Quixote], romance sobre o assassinato de três jovens raparigas de Santa Comba Dão por um cabo da GNR. Teve algum impacto mediático, mas não crítico. Isto é um paradoxo, mas no fundo já estamos habituados: temos uma crítica literária rarefeita. O nosso último crítico literário foi o Óscar Lopes. Recordo o Torcato Sepúlveda, um espírito superior cuja morte recente nos deixa mais pobres. Era um crítico certeiro, culto, informado, um espírito aberto. Foi o único que se referiu ao meu Adeusamália e Coisas do Vinho [Fenda].»
Leia na íntegra a secção O Próximo Livro, de José do Carmo Francisco. Publicada na edição 71 da LER.
Na adega ou com os Anziani, a mesa é a arte da fuga. Se o estrangeiro chegar inesperadamente fugido de qualquer lado, transforma-se num parasita: alguém que come ao (nosso) lado. E passa ser um hóspede por obra e graça da pura alquimia gastronómica.
Leia aqui o texto na íntegra, publicado na edição 71 da LER, Julho/Agosto.
Crítica na The New Republic ao novo livro de Alan D. Sokal e ao affair Sokal.

No Público, texto de Inês Nadais sobre a nova biografia de Franz Kafka, Excavating Kafka (Quercus, UK), de James Hawes: não, «Kafka não passava a vida fechado em casa: frequentava os bordéis e os clubes nocturnos, como qualquer rapaz com dinheiro da idade dele». «O homem que encontramos em Excavating Kafka não é o zombie urbano-depressivo neurótico e acossado do costume: é um rapaz do tempo dele, com um belo salário de funcionário público, um pai normal e, cereja em cima do bolo, uma colecção de revistas pornográficas que os académicos, acusa James Hawes, passaram este tempo todo a fingir que não existia.»
Ver as críticas ao livro no Daily Telegraph, no The Guardian e ainda a referência no New York Times.
Depois do premiado Em Terra de Homens, o escritor Hisham Matar prepara o segundo romance. Falámos com ele em Londres. Sobre tudo. Entrevista de Susana Moreira Marques (em Londres). [Publicado na edição 71 da LER, Juho/Agosto]

Zé Pedro, guitarrista dos Xutos e Pontapés, fala sobre os 9 livros que lhe dão música. [Publicado na edição 71 da LER, Julho/Agosto]