Morreu o jornalista Torcato Sepúlveda. Infatigável leitor, foi jornalista no Expresso, no Público, no Semanário, em A Capital, no O Independente, na revista Invista e na NS. Uma biografia inteiramente dedicada aos livros. Todos estamos tristes. Mais do que isso.
O manuscrito de Manifesto do Surrealismo (1924), escrito por André Breton, será leiloado a partir das 14h30 na Sotheby´s, em Paris (menos uma hora em Portugal). Esperam-se ofertas superiores a 300 mil euros. Não se engane: é o lote 201.
Só num comunicado emitido ontem à noite a APEL explicava, preto no branco, a inclusão dos pavilhões diferenciados do grupo LeYa na Feira de Lisboa. Lê-se num dos pontos do comunicado: «Neste contexto, a participação, a título excepcional, do Grupo Leya através de stands diferenciados só teve a concordância da APEL a partir do momento em que ficou definida, para o projecto de modernização a implementar em 2009, a garantia de “igualdade de oportunidades aos editores e livreiros de diferentes dimensão e capacidade financeira, com particular atenção às necessidades dos pequenos editores”.»
Abertura da Feira estácondicionada
Também ontem à noite, numa nota distribuída como «aditamento», APEL atribuía ao grupo LeYa eventuais responsabilidades na abertura tardia da Feira: «A APEL assegura que todos os stands da sua responsabilidade, bem como o espaço envolvente, estarão prontos na quinta-feira, dia 22 de Maio. Contudo, a abertura da Feira do Livro de Lisboa – e a própria definição da data – está condicionada pelo Grupo Leya, a quem compete a montagem dos respectivos stands. Acresce que os elementos informativos desses stands, ainda não disponibilizados, são necessários para reformulação do layout da feira e consequente apresentação do mesmo na CML, para aprovação.»