Fugir da Feira do Livro
Isabel Coutinho num desabafo, que partilhamos, publicado no seu Ciberescritas: «E se isto está confuso peço desculpa mas eu já não aguento mais: quero fugir desta Feira do Livro!»
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Isabel Coutinho num desabafo, que partilhamos, publicado no seu Ciberescritas: «E se isto está confuso peço desculpa mas eu já não aguento mais: quero fugir desta Feira do Livro!»
José Saramago, no Público online: «Não me parece bem [pavilhões diferenciados]. Se nos pavilhões cabiam as pequenas e as grandes editoras, podiam continuar a caber.» (Notícia Lusa)
José Saramago é autor publicado pela Caminho, que integra o grupo LeYa.
No Público de sexta-feira, para quem não leu ainda:
Gonçalo M. Tavares: «O formato dos pavilhões? Não é um tema relevante. Nem para quem escreve, nem para quem lê.»
António Lobo Antunes: «[Sobre o formato dos pavilhões:] Nunca pensei nisso, na feira de Madrid as "casetas" são todas iguais.»
Mário de Carvalho: «[...] simpatia pelos pavilhões de formato tradicional. [...] A intromissão dos grandes interesses económicos no meio editorial [é como] um paquiderme na loja de cerâmica»
No DN, «APEL desmente acordo anunciado pela Câmara Municipal de Lisboa».
Anote os pormenores contidos nesta notícia.
Pedro Marques, no blog da Livros de Areia.
Jorge Reis-Sá no Rua da Castela.
Mega Ferreira à Rádio Renascença/Público: «Mega Ferreira gaba a paciência de António Costa e diz que se fosse ele o Presidente da Câmara já tinha acabado “com este negócio” da APEL, que ocupa gratuitamente o terreno da Câmara de Lisboa, juntamente com apoio logístico e um subsídio directo de 200 mil euros e, posteriormente, aluga os terrenos que lhe são cedidos gratuitamente às editoras.»
Obrigado aos leitores do LERBLOG. Esta semana chegámos às 2505 visitas na quinta-feira passada e 2175 na sexta-feira. O melhor dos dias do blog já esteve, no entanto, nas 3935 visitas.
Guilhermina Gomes, directora editorial do Círculo de Leitores, em entrevista à «Única», do Expresso. A ler e anotar.
Um tema fundamental para discutir hoje, em Portugal. No país que tem mais bibliotecas do que McDonalds (Portugal tem mais McDonalds e mais estádios do que bibliotecas), a discussão vai longe: «Barnes & Noble, Borders, and Books-A-Million have enormously enriched the nation's cultural life...» Um artigo essencial na Atlantic, para quem viu Meg Ryan insultar Tom Hanks em You've Got Mail, falando dessas livrarias como «big, impersonal, overstocked, and full of ignorant salespeople»

Doris Lessing, 88 anos, categórica: o Nobel foi um «bloody disaster», ou o medo de não voltar a escrever. O tema é, hão-de ver, assunto de capa na próxima edição da LER.

O The Daily Telegraph retoma o tema a propósito do livro de Neill Powell, Amis and Son: Two Literary Generations.

O novo romance de Jonathan Coe chama-se The Rain Before It Falls. Crítica no The Washington Post.

A escritora Zélia Gattai, autora de Anarquistas Graças a Deus e viúva de Jorge Amado, morreu esta tarde, aos 91 anos, informou o Hospital da Bahia, em Salvador, onde estava internada desde meados de Abril, quando passou por uma cirurgia no intestino. (Público)
Entrevista de Zélia Gattai à Folha de S. Paulo, em Novembro passado. Bibliografia.
Notícia do Estado de São Paulo. Cronologia em A Tarde, e biografia.