Feira do Livro de Lisboa, continuação.
«O presidente da câmara devia lançar-lhes um ultimato: ou se entendem ou não há subsídios nem isenção de taxas municipais para ninguém» [Tito Lyon de Castro, no Público de hoje]«Estou um pouco enjoado», diz também Guilherme Valente, da Gradiva, que confia na Câmara para «pôr os figurões na ordem.» [idem]