No Público: «Há editoras sócias da UEP com alguns dos grandes escritores portugueses que ameaçam não estar presentes, se não puderem ter pavilhões diferenciados.» [...] «A UEP, que costuma organizar a feira com a APEL, reivindica a possibilidade de os diferentes stands terem formatos e dimensões diferentes dos tradicionais. A APEL está contra a mudança, por entender que surge em cima da data do evento e por temer que a feira se parta ao meio: de um lado as editoras ricas, com vistosos pavilhões, e do outro as pobres, com os tradicionais stands. O presidente da câmara esteve presente nas últimas reuniões com os representantes dos editores, a derradeira das quais teve lugar ontem, sem desbloquear o impasse.»
Vasco Teixeira, da APEL, ao Diário de Notícias: «A CML privilegia os interesses dos lisboetas e culturais da cidade, considerando que estes estão acima dos interesses individuais e de negócios de editores ou conjunto de editores.»