Por unanimidade, Vasco Graça Moura, Nuno Júdice e Fernando Pinto Amaral acabam de atribuir este galardão literário, criado em 1980 pela Fundação Casa de Mateus (Vila Real), a Maria Teresa Horta pelo romance As Luzes de Leonor (Dom Quixote). Em fevereiro chega às livrarias o seu novo livro de poesia, As Palavras do Corpo - Antologia de Poesia Erótica, também editado pela Dom Quixote.
A Academia Goncourt acaba de divulgar o romance vencedor: La carte et le territoire (Flammarion), de Michel Houellebecq.
Deixem Passar o Homem Invisível (Dom Quixote) acaba de conquistar o Grande Prémio de Romance e Novela APE/DGLB, no valor de 15 mil euros. A obra foi escolhida, entre 85 concorrentes, pela maioria dos membros do júri constituído por Luís Mourão, Luísa Mellid-Franco, Pedro Mexia, Serafina Martins, José Correia Tavares e Eugénio Lisboa, que se manifestou a favor de O Chão dos Pardais, de Dulce Maria Cardoso (Asa).
Fotografia de Pedro Loureiro.
O melhor romance de 1970 é, dizem-nos agora, Troubles.
A lista dos 50 finalistas da 8ª edição Prémio Portugal Telecom de Literatura é anunciada a 15 de Maio.
Pelo livro Somos o Esquecimento que Seremos (Quetzal). «Uma obra portadora de uma escrita pessoal que implica, ao mesmo tempo, uma dimensão humana inalienável» - considerou o júri constituído por Maria Fernanda de Abreu (da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa), Fernando Pinto do Amaral (da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa), José Manuel de Vasconcelos (em representação da Associação Portuguesa de Escritores) e Mário Quartin Graça (em representação da Casa da América Latina) - que «reconstitui a atmosfera de uma família colombiana da segunda metade do século XX, contada a partir do ponto de vista do menino, do adolescente e do jovem que o escritor adulto recupera, guiado pela ausência dolorosa do pai assassinado – personagem tutelar de toda a obra.»
Como acontece desde 2007, o site de literatura Three Percent, ligado à University of Rochester, divulgou a longlist de 25 títulos (que incluem 23 autores de diferentes nacionalidades e 17 línguas). Finalistas conhecidos a 16 de Fevereiro.
A partir de 2010, o prémio distinguirá todos os anos um ensaio literário, de autor português, e terá o valor pecuniário de 7500 euros. Organização da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e da Associação Portuguesa de Escritores.
O júri presidido por Guilhermina Gomes e Nélida Piñon escolheu o autor de As Três Vidas (Quidnovi), na edição mais concorrida de sempre do prémio (37 originais). O anúncio foi feito agora no Museu Municipal de Penafiel. O Prémio Literário José Saramago tem o valor pecuniário de 25 mil euros e é atribuído pelo Círculo de Leitores, de dois em dois anos, a um autor com menos de 35 anos e obra de ficção editada em língua portuguesa.
A primeira edição deste prémio foi atribuído à escritora portuguesa pelo livro Os Meus Sentimentos, publicado pela ASA em 2005. Dulce Maria Cardoso está a escrever um novo romance, intitulado O Chão dos Pardais. «O título tem a ver com os pardais, estes pássaros que, tendo asas, quase rejeitam o céu. Quando se atira uma migalha, eles têm regras sociais muito engraçadas na aproximação a essas migalhas. Em geral não é o mais forte que vence mas sim o mais ágil. Eles são uma projecção do mundo dos humanos, porque têm asas mas elevam-se quase nada e voam pouco», revela a escritora. Texto completo na próxima edição da LER (nas bancas em Setembro).
Pelo livro Jeff in Venice, Death in Varanasi. Desenvolvimento da notícia sobre o premiado autor britânico no Guardian e lista dos últimos vencedores.
Atribuído pela Science Fiction and Fantasy Writers of America ao mais recente romance de Le Guin: Powers. É a sexta vez que esta escritora norte-americana recebe o principal prémio de ficção científica dos EUA.
Com o livro Fishing in Utopia. Lista dos vencedores aqui.
Francesca Kay (An Equal Stillness), Nami Mun (Miles From Nowhere) e Ann Weisgarber (The Personal History of Rachel DuPree) completam a shortlist do Orange Award for New Writers, divulgada ontem.
Peter Carey, V. S. Naipaul e Antonio Tabucchi (na foto) estão entre os 14 escritores seleccionados para o Man Booker Internacional Prize, atribuído de dois em dois anos a um autor vivo de qualquer nacionalidade cujas obras estejam publicadas em inglês. Chinua Achebe (2007) e Ismail Kadaré (2005) venceram as edições anteriores deste prémio.
Para o romance Combateremos a Sombra (2007, Dom Quixote), de Lídia Jorge, editado em França pelas Éditions Métailié com o título Nous Combattrons l'Ombre. Atribuído pela Associação Francesa de Psiquiatria, o prémio destina-se a recompensar obras que, pela sua qualidade, «evocam e aprofundam a problemática humana e que respeitem a verdade dessa problemática». «Agradou-me bastante a distinção porque concilia méritos literários com exactidão médica, o que foi positivo, pois estava com receio de ter elementos pouco exactos em termos médicos no livro», afirmou a escritora à agência Lusa.
O galardão será entregue durante o Salon du Livre, em Paris, com apresentação de Michel Demangeant, presidente da Associação Francesa de Psiquiatria. Lídia Jorge é a primeira autora portuguesa a ser distinguida com este prémio.
Fotografia de Alfredo Cunha.
O livro de Gonçalo M. Tavares, editado em França pela Viviane Hamy, está entre os dez finalistas do prémio Cévennes, atribuído ao melhor romance europeu publicado naquele país em 2008. O vencedor será anunciado a 13 de Junho.
As traduções de O Senhor Calvino e O Senhor Kraus devem ser publicadas ainda este ano em França, onde um ano depois chegará às livrarias o romance Aprender A Rezar Na Era Da Técnica.
A Sociedade Portuguesa de Autores (SAP) volta a indicar o poeta António Ramos Rosa para a XVIII edição do Prémio Rainha Sofia de Poesia Iberoamericana, galardão que Sophia recebeu em 2003.
Luis Sepúlveda é o vencedor da 13ª edição do Premio Primavera de Novela (Espanha), no valor de 200 mil euros. Desenvolvimentos no El País.
Aqui, ao meio-dia em ponto, divulgaremos o nome do premiado este ano. O júri é constituído por Ana Luísa Amaral – que obteve o prémio em 2007 –, Casimiro de Brito, Jorge Sousa Braga, Fernando Guimarães e Patrícia Reis. São estes os finalistas:
• Gastão Cruz, A Moeda do Tempo, Assírio e Alvim
• Nuno Júdice, As Coisas Mais Simples, Dom Quixote
• José Agostinho Baptista, Filho Pródigo, Assírio e Alvim
• Maria Teresa Horta, Inquietude, Quasi
• Jorge Gomes Miranda, O Acidente, Assírio e Alvim
• Armando Silva Carvalho, O Amante Japonês, Assírio e Alvim
• José Rui Teixeira, Oráculo, Quasi
• António Cícero, A Cidade dos Livros, Quasi
• Eucanaã Ferraz, Rua do Mundo, Quasi
• Eduardo White, Dos Limões Amarelos do Falo às Laranjas Vermelhas da Vulva, Campo das Letras
• Antonio Gamoneda, Descrição da Mentira, Quasi
• A.M. Pires Cabral, As Têmporas da Cinza, Cotovia
O Prémio Literário Casino da Póvoa distingue este ano um livro de poesia. Um destes 12 finalistas será anunciado como vencedor a 11 de Fevereiro, na abertura das Correntes d’Escritas, e receberá 20 mil euros.
Programa da 10ª edição das Correntes d'Escritas disponível aqui.
A romancista catalã Maruja Torres venceu a edição de 2009 do prémio Nadal. Texto e vídeo aqui. Coração, Coração (Quetzal, 1986), Enquanto Vivemos (Dom Quixote, 2002) Um Calor Tão Próximo (Caminho, 2003) são alguns dos seus livros publicados em Portugal.
Afinal, não foi Paulo Coelho. O prémio Bad Sex in Fiction 2008 foi atribuído a Rachel Johnson pelo romance Shire Hell. As quatro nomeações consecutivas de John Updike não foram esquecidas.
157 bibliotecas de 117 cidades de 41 países nomearam os candidatos ao Impac Dublin de 2009, um dos prémios literários mais lucrativos do mundo (cem mil euros). Longlist composta por 147 escritores.
Júri do prémio na fotografia.
O escritor recebeu o Prémio Internacional Trieste 2008, com o livro 1, originalmente publicado na Relógio d’Água.
Gonçalo M. Tavares também assinou um contrato com a Viviane Hamy (editora francesa que já publicara Jerusalém ou O Senhor Valéry) para «sete ou oito livros».
Notícias, rumores, invenções e impropérios para ler@circuloleitores.pt
1. Os 50 autores mais influentes do século XX.
2. Dez cidades para visitar com livros debaixo do braço.
3. Charles Darwin, 200 anos depois.
4. «O Magalhães é o maior assassino da leitura em Portugal.»
5. Última entrevista de António Barahona.
6. Inéditos de Fernando Pessoa.
7. John Milton por João Pereira Coutinho.
8. «O meu mal é ter uma curiosidade de puta.»
9. Entrevista Luis Sepúlveda.
10. «Já quase pareço um escritor.»
11. Entrevista Eduardo Lourenço.
12. Breve Introdução à Teoria Literária.
13. Agustina, a indomável.
14. Trinta livros do PNL.
15. Entrevista A. M. Pires Cabral.
16. Dinis Machado: «Só quis escrever um livro».
17. Retratos de um Nobel.
18. Os últimos e-mails de Stieg Larsson.
19. Os 200 anos de Edgar Allan Poe.
20. Knoxville, o território de McCarthy.
21. O bibliotecário ambulante.
22. Dez escritores europeus que (já) mereciam ser traduzidos em Portugal.
23. Entrevista Mia Couto.
24. Entrevista Vasco Pulido Valente.
25. Inéditos Vinicius de Moraes.
26. Os heterónimos de Eduardo Lourenço
Outras leituras
«Volviendo a John le Carré» (Antonio Muñoz Molina)
«A Country Without Libraries» (Charles Simic)
«The Translation Gap: Why More Foreign Writers Aren’t Published in America» (Emily Williams)
«The Godfather of the E-Reader» (Jennifer Schuessler)
«The Philosophical Novel» (James Ryerson)
«The Case of the First Mystery Novelist» (Paul Collins)
«The lost art of handwriting» (Umberto Eco)
«Our Boredom, Ourselves» (Jennifer Schuessler)
«Scandinavian Crime Wave» (Nathaniel Rich)
«When Bad Covers Happen to Good Books» (Joe Queenan)
«Tintinabulation» (Bruce Handy)
«Inside the Secret World of Literary Scouts» (Emily Williams)
«Advantage Google» (Lewis Hyde)
«Texts Without Context» (Michiko Kakutani)
«Bookmarkism: The New Ideology» (Robert Nagle)
«The Autobiography of J.G.B.» (J. G. Ballard)
«J. G. Ballard, Poet of Desolate Landscapes»
«When Writers Speak» (Arthur Krystal)
«Reading by the Numbers» (Susan Straight)
«What I heard at J.D. Salinger’s doorstep» (Tom Leonard)
«Why hasn't there been a science fiction Booker winner?» (Adam Roberts)
«Freyre, Euclides e o Brasil» (Daniel Piza)
«Las cartas íntimas de Beckett» (J. M. Coetzee)
«Entrevista Günter Grass» (Juan Cruz)
«Eudora Welty's centenary» (Paul Binding)
«Juan Benet: en un tiempo de silencio» (Manuel Vicent)
«Richard Poirier: A Man of Good Reading» (Alexander Star)
«Sumergirse en Benet» (Álvaro Colomer)
«Interview with Seamus Heaney» (Sameer Rahim)
«Robert Capa - La muerte y el azar» (Guillermo Altares)
«Why do Pynchon, Ballard and Wallace provoke such online loyalty?»
«Richard Poirier: A Man of Good Reading» (Alexander Star)
«Philip Larkin Letters» (John Shakespeare)
«Una vida absolutamente maravillosa» (Enrique Vila-Matas)
«Poética de los escaparates» (Antonio Muñoz Molina)
«In the South» (Salman Rushdie)
«Our George Steiner Problem – and Mine» (Lee Siegel)
«Poets, Academia: A Couplet in Conflict» (David Orr)