Carlos Vaz Marques estreia amanhã o seu novo programa na TSF. Três vezes por dia (9h50, 14h50 e 17h50), de segunda a sexta, o jornalista e colaborador da LER traz à antena uma escolha pessoal e transmissível do que «melhor se edita em Portugal», em colaboração com o Plano Nacional de Leitura.
Base de dados de livros roubados criada pela International League of Antiquarian Booksellers.
Depois da Copa de Literatura Brasileira, José Mário Silva descobriu outro torneio de livros.
O que nos diz o novíssimo Pordata sobre este assunto? Por agora, diz isto.
José Rodrigues dos Santos atingiu esta semana, com a nova edição (a 11ª) de Fúria Divina (lançado a 24 de Outubro), a marca de um milhão de livros vendidos em Portugal, «que engloba as obras de ficção e não ficção. O livro mais vendido permanece O Codex 632, com 189 000 exemplares, embora Fúria Divina se tenha tornado agora a obra de mais rápida venda deste autor [150 mil exemplares]», lê-se no comunicado da Gradiva.
Uma descida de 16% para 4%, segundo a notícia do El País.
Um bom indício do modo como nos relacionamos com Portugal são as nossas autofigurações, as feitas e as por fazer. Quanto às feitas, reparemos em duas, uma popular e outra erudita.
E a literatura ganhava A Sangue Frio. História revisitada no Guardian.
Uma descoberta a partir daqui.
Dave Eggers sobre o guião que escreveu para o filme Where the Wild Things Are / O Sítio das Coisas Selvagens: «I just wrote a short essay for a friend’s anthology.»
Em Portugal, o livro será publicado em Novembro, pela Quetzal.
E o trailer do filme:
O grupo Leya escolheu as estações de Sete Rios e de Santa Apolónia, em Lisboa, para instalar as suas primeiras máquinas de venda automática de livros da colecção BIS.
Ou melhor, os livros que lê por estes dias. Hoje, na Casa Fernando Pessoa, a partir das 18h30.
Por que razão são os índices assim tão importantes? Pierre Assouline explica porquê:
«Paradoxalement, à l’heure de l’informatique et de la technologie triomphantes, les éditeurs sont de moins en moins enclins à offrir à leurs lecteurs ce service qui devrait être naturel mais qui semble être un luxe désormais, alors qu’ils est beaucoup plus facile qu’avant à réaliser. Il s’agit de réduire les coûts, une fois de plus. Alors on gratte. Tant pis pour les chercheurs, les professeurs, les étudiants, les lycéens et les esprits curieux.»
The Year of the Flood acaba de ser lançado nos EUA. Pode ler um excerto a partir daqui.
Apresentado no sábado, o livro mostra como 12 fotógrafos e dois designers interpretaram as obras de 14 escritores que, em prosa ou em verso, se debruçaram sobre o Alentejo. Notícia desenvolvida aqui.
Reunidos num único volume (incluindo inéditos): Carver: Collected Stories, publicado pela Library of America.
«O cartoonista, escultor e pintor Augusto Cid assinou hoje um acordo com a Guerra e Paz editores para a publicação de um livro surpresa. Prevê-se que o livro, cujo título se mantém ainda em segredo, possa ser objecto de alguma controvérsia e contestação no período eleitoral que se aproxima.
A Guerra e Paz anuncia que esta nova obra de Cid será objecto de uma apresentação especial aos livreiros, prevendo-se que o seu lançamento tenha lugar na segunda metade do mês de Setembro, em data a anunciar.
A obra de Augusto Cid tem-se confrontado permanentemente com as grandes figuras políticas do país e com os momentos de maior agitação social. “O cartoonista – afirma Cid – é um irresponsável por natureza.” Para a Guerra e Paz editores o risco da publicação justifica-se tanto pela responsabilidade cívica como pela necessidade de testemunhos efectivos de liberdade de expressão.
O livro vai estar nas livrarias de todo o país antes das próximas eleições legislativas.»
A edição portuguesa do livro de Roberto Bolaño chega às livrarias dia 26 de Setembro. Até lá, pode ir acompanhando este 2666.
A história que envolve o lançamento de Contos proibidos. Memórias de um PS desconhecido, de Rui Mateus, recuperada hoje pelo jornal I.
O novo romance de José Saramago, escreve Pilar del Río, mulher do escritor e presidente da Fundação José Saramago, «não é um tratado de teologia, nem um ensaio, nem um ajuste de contas: é uma ficção em que Saramago põe à prova a sua capacidade narrativa ao contar, no seu peculiar estilo, uma história de que todos conhecemos a música e alguns fragmentos da letra.»
No total, 4.500 expressões espalhadas por 2 mil verbetes. Uma colecção que o escritor e jornalista brasileiro Humberto Werneck preparava desde a década de 70.
Beach Boys (God Only Knows) Beatles (Can't Buy Me Love), Frank Sinatra (Fly Me to the Moon) e Pink Floyd (Interstellar Overdrive) fazem parte da galeria musical de Inherent Vice. Notícia no The Guardian.
Notícias, rumores, invenções e impropérios para ler@circuloleitores.pt
1. Os 50 autores mais influentes do século XX.
2. Dez cidades para visitar com livros debaixo do braço.
3. Charles Darwin, 200 anos depois.
4. «O Magalhães é o maior assassino da leitura em Portugal.»
5. Última entrevista de António Barahona.
6. Inéditos de Fernando Pessoa.
7. John Milton por João Pereira Coutinho.
8. «O meu mal é ter uma curiosidade de puta.»
9. Entrevista Luis Sepúlveda.
10. «Já quase pareço um escritor.»
11. Entrevista Eduardo Lourenço.
12. Breve Introdução à Teoria Literária.
13. Agustina, a indomável.
14. Trinta livros do PNL.
15. Entrevista A. M. Pires Cabral.
16. Dinis Machado: «Só quis escrever um livro».
17. Retratos de um Nobel.
18. Os últimos e-mails de Stieg Larsson.
19. Os 200 anos de Edgar Allan Poe.
20. Knoxville, o território de McCarthy.
21. O bibliotecário ambulante.
22. Dez escritores europeus que (já) mereciam ser traduzidos em Portugal.
23. Entrevista Mia Couto.
24. Entrevista Vasco Pulido Valente.
25. Inéditos Vinicius de Moraes.
26. Os heterónimos de Eduardo Lourenço
Outras leituras
«Volviendo a John le Carré» (Antonio Muñoz Molina)
«A Country Without Libraries» (Charles Simic)
«The Translation Gap: Why More Foreign Writers Aren’t Published in America» (Emily Williams)
«The Godfather of the E-Reader» (Jennifer Schuessler)
«The Philosophical Novel» (James Ryerson)
«The Case of the First Mystery Novelist» (Paul Collins)
«The lost art of handwriting» (Umberto Eco)
«Our Boredom, Ourselves» (Jennifer Schuessler)
«Scandinavian Crime Wave» (Nathaniel Rich)
«When Bad Covers Happen to Good Books» (Joe Queenan)
«Tintinabulation» (Bruce Handy)
«Inside the Secret World of Literary Scouts» (Emily Williams)
«Advantage Google» (Lewis Hyde)
«Texts Without Context» (Michiko Kakutani)
«Bookmarkism: The New Ideology» (Robert Nagle)
«The Autobiography of J.G.B.» (J. G. Ballard)
«J. G. Ballard, Poet of Desolate Landscapes»
«When Writers Speak» (Arthur Krystal)
«Reading by the Numbers» (Susan Straight)
«What I heard at J.D. Salinger’s doorstep» (Tom Leonard)
«Why hasn't there been a science fiction Booker winner?» (Adam Roberts)
«Freyre, Euclides e o Brasil» (Daniel Piza)
«Las cartas íntimas de Beckett» (J. M. Coetzee)
«Entrevista Günter Grass» (Juan Cruz)
«Eudora Welty's centenary» (Paul Binding)
«Juan Benet: en un tiempo de silencio» (Manuel Vicent)
«Richard Poirier: A Man of Good Reading» (Alexander Star)
«Sumergirse en Benet» (Álvaro Colomer)
«Interview with Seamus Heaney» (Sameer Rahim)
«Robert Capa - La muerte y el azar» (Guillermo Altares)
«Why do Pynchon, Ballard and Wallace provoke such online loyalty?»
«Richard Poirier: A Man of Good Reading» (Alexander Star)
«Philip Larkin Letters» (John Shakespeare)
«Una vida absolutamente maravillosa» (Enrique Vila-Matas)
«Poética de los escaparates» (Antonio Muñoz Molina)
«In the South» (Salman Rushdie)
«Our George Steiner Problem – and Mine» (Lee Siegel)
«Poets, Academia: A Couplet in Conflict» (David Orr)