Telefilmes a partir de textos de Pedro Mexia, José Luís Peixoto, João Tordo e Valter Hugo Mãe.
John Banville lê as primeiras linhas do seu romance protagonizado por Philip Marlowe (exclusivo revista LER). Pode ler a entrevista na edição de janeiro da LER.
Acabámos de ultrapassar os 12000 fãs no Facebook. É um orgulho para nós. Muito obrigado a todos!
Segundo Margaret Atwood.
I am more optimistic, both about reading and about books. There will always be non-readers, bad readers, lazy readers – there always were. Reading is a majority skill but a minority art. Yet nothing can replace the exact, complicated, subtle communion between absent author and entranced, present reader. Nor do I think the e-reader will ever completely supplant the physical book – even if it does so numerically. Every book feels and looks different in your hands; every Kindle download feels and looks exactly the same (though perhaps the e-reader will one day contain a "smell" function, which you will click to make your electronic Dickens novel suddenly reek of damp paper, fox marks and nicotine).
Books will have to earn their keep – and so will bookshops. Books will have to become more desirable: not luxury goods, but well-designed, attractive, making us want to pick them up, buy them, give them as presents, keep them, think about rereading them, and remember in later years that this was the edition in which we first encountered what lay inside. I have no luddite prejudice against new technology; it's just that books look as if they contain knowledge, while e-readers look as if they contain information. My father's school prizes are nowadays on my shelves, 90 years after he first won them. I'd rather read Goldsmith's poems in this form than online.
Excerto do artigo «My Life as a Bibliophile», de Julian Barnes, publicado no The Guardian.
A inauguração é amanhã.
O curso de pós-graduação Artes da Escrita que se iniciou este ano na Universidade Nova de Lisboa, coordenado por Abel Barros Baptista, vai ter segunda edição no próximo ano lectivo, estando já abertas as inscrições. A equipa mantém-se: Mário de Carvalho, Gonçalo M. Tavares e Luísa Costa Gomes, escritores visitantes, ensinarão, respectivamente Ficção Breve, Arte do Romance e Escrita para Teatro. Da própria Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, continuam Fernando Cabral Martins (Poéticas Contemporâneas), Gustavo Rubim (Arte e Ensaio), Paulo Filipe Monteiro (Escrita para Cinema e Televisão) e Silvina Rodrigues Lopes (Teoria da Literatura). A novidade é o reforço com o seminário Escrita de Comédia, que estará a cargo de Ricardo Araújo Pereira.
É o nome atribuído pelo artista Massimo Bartolini à biblioteca pública que criou para o festival Track (até 16 de setembro, Bélgica).
Um roteiro sexy.
«valter hugo mãe se adentra con éxito en este laberinto, cargado con las armas que le son más propias: la sensibilidad y la ironía, y construye una fábula sobre la identidad que es, a su vez, también una reflexión sobre el amor y el valor de la amistad, sobre la libertad, la locura, la piedad o la muerte como espías rendidos ante la posibilidad de celebrar en la vejez un pasado que nos enseña que el paso del tiempo no es lineal, que juega con los personajes (y con el deslumbrado lector) gracias a la salvación que supone su propia senilidad. Así, se dan cita en esta novela, todos bajo el techo de la residencia de ancianos, personajes de poemas de Fernando Pessoa, resistentes de la dictadura salazarista, una virgen de Fátima con piezas de quita y pon y el imaginario futbolístico portugués, teñido de presión política. Todo ello con el trasfondo biográfico de la muerte del padre del autor, al que homenajea en este libro conmovedor que nos hace constantemente sonreír, una de las mejores novelas publicadas en Portugal en los últimos años.» Excerto da crítica ao romance A Máquina de Fazer Espanhóis publicada no El País.
De portas abertas aqui.
A proposta faz parte da nova candidatura presidencial.
A primeira sessão em direto decorreu na sexta-feira. Para acompanhar aqui.
Um património público europeu disponível a todas as editoras.
Um catálogo para compra e empréstimo lançado ontem.
E a lista dos livros que mereceram atenção presidencial.
Uma ideia acabada de lançar pelo Telegraph.
As Livrarias Bertrand convocam todos os ilustradores portugueses para o desafio «Leitores de todos os tamanhos»: «criar uma mascote a ser usada nos diversos suportes de comunicação das livrarias». Os trabalhos devem ser enviados até 9 de março, e o prémio é de 2500 euros. Regulamento e outras informações aqui.
Um serviço público que merece a distinção e os parabéns.
Poderá Jerry Pournelle reivindicar o título de primeiro autor a escrever um romance num PC? Sim, pode.
A confirmar aqui.
Notícias, rumores, invenções e impropérios para ler@circuloleitores.pt
1. Os 50 autores mais influentes do século XX.
2. Dez cidades para visitar com livros debaixo do braço.
3. Charles Darwin, 200 anos depois.
4. «O Magalhães é o maior assassino da leitura em Portugal.»
5. Última entrevista de António Barahona.
6. Inéditos de Fernando Pessoa.
7. John Milton por João Pereira Coutinho.
8. «O meu mal é ter uma curiosidade de puta.»
9. Entrevista Luis Sepúlveda.
10. «Já quase pareço um escritor.»
11. Entrevista Eduardo Lourenço.
12. Breve Introdução à Teoria Literária.
13. Agustina, a indomável.
14. Trinta livros do PNL.
15. Entrevista A. M. Pires Cabral.
16. Dinis Machado: «Só quis escrever um livro».
17. Retratos de um Nobel.
18. Os últimos e-mails de Stieg Larsson.
19. Os 200 anos de Edgar Allan Poe.
20. Knoxville, o território de McCarthy.
21. O bibliotecário ambulante.
22. Dez escritores europeus que (já) mereciam ser traduzidos em Portugal.
23. Entrevista Mia Couto.
24. Entrevista Vasco Pulido Valente.
25. Inéditos Vinicius de Moraes.
26. Os heterónimos de Eduardo Lourenço
Outras leituras
«Volviendo a John le Carré» (Antonio Muñoz Molina)
«A Country Without Libraries» (Charles Simic)
«The Translation Gap: Why More Foreign Writers Aren’t Published in America» (Emily Williams)
«The Godfather of the E-Reader» (Jennifer Schuessler)
«The Philosophical Novel» (James Ryerson)
«The Case of the First Mystery Novelist» (Paul Collins)
«The lost art of handwriting» (Umberto Eco)
«Our Boredom, Ourselves» (Jennifer Schuessler)
«Scandinavian Crime Wave» (Nathaniel Rich)
«When Bad Covers Happen to Good Books» (Joe Queenan)
«Tintinabulation» (Bruce Handy)
«Inside the Secret World of Literary Scouts» (Emily Williams)
«Advantage Google» (Lewis Hyde)
«Texts Without Context» (Michiko Kakutani)
«Bookmarkism: The New Ideology» (Robert Nagle)
«The Autobiography of J.G.B.» (J. G. Ballard)
«J. G. Ballard, Poet of Desolate Landscapes»
«When Writers Speak» (Arthur Krystal)
«Reading by the Numbers» (Susan Straight)
«What I heard at J.D. Salinger’s doorstep» (Tom Leonard)
«Why hasn't there been a science fiction Booker winner?» (Adam Roberts)
«Freyre, Euclides e o Brasil» (Daniel Piza)
«Las cartas íntimas de Beckett» (J. M. Coetzee)
«Entrevista Günter Grass» (Juan Cruz)
«Eudora Welty's centenary» (Paul Binding)
«Juan Benet: en un tiempo de silencio» (Manuel Vicent)
«Richard Poirier: A Man of Good Reading» (Alexander Star)
«Sumergirse en Benet» (Álvaro Colomer)
«Interview with Seamus Heaney» (Sameer Rahim)
«Robert Capa - La muerte y el azar» (Guillermo Altares)
«Why do Pynchon, Ballard and Wallace provoke such online loyalty?»
«Richard Poirier: A Man of Good Reading» (Alexander Star)
«Philip Larkin Letters» (John Shakespeare)
«Una vida absolutamente maravillosa» (Enrique Vila-Matas)
«Poética de los escaparates» (Antonio Muñoz Molina)
«In the South» (Salman Rushdie)
«Our George Steiner Problem – and Mine» (Lee Siegel)
«Poets, Academia: A Couplet in Conflict» (David Orr)