Anunciam-se dezoito dias de debates, apresentações, lançamentos e sessões de autógrafos. Tudo num novo horário: de segunda a sexta-feira, abertura às 12h30, sábados e domingos, às 11 h; encerramento às 23 h, de domingo a quinta-feira, nos restantes dias há tolerância de mais uma hora. Até 15 de Maio, no Parque Eduardo VII.
Eduardo Salavisa, Pedro Cabral, Mónica Cid e José Louro vão estar hoje, às 18h, na esplanada central da Feira do Livro. «A ideia é pormos toda a gente a desenhar aquele recinto. No dia 13, quem quiser, mostra os desenhos, e alguns serão publicados na revista LER. Serão devolvidos no dia 16», explica Salavisa no seu blogue.
«Dizem-me que faz bom tempo e que a Feira este ano está mais animada, como se por esse mundo fora não lavrassem coisas terríveis, crise, pobreza, depressão. Diz-se que em épocas de crise se lê mais, e parece que os contabilistas comprovam esta afirmação. A mim agrada-me pensar que em épocas de crise as pessoas querem saber por que chegámos a isto e acercam-se aos livros como se estes fossem fontes de água fresca e os leitores gente sedenta.» José Saramago hoje no seu «Caderno».
Destaque da programação de hoje da Feira do Livro de Lisboa: homenagem ao editor Rogério Mendes de Moura [1925-2008], às 18h30, no Parque Eduardo VII. «Sou capaz de falar sobre um livro o tempo que for necessário, mas não consigo é fazer o acto de venda, têm de ser os outros.»
Programação e outras informações sobre a 79ª edição no novo site, blogue, twitter e facebook. Um diário também aqui.
Eduardo Pitta dá conta aqui de uma das novidades da Feira do Livro de Lisboa, que começa amanhã: «uma barraca com 900 títulos da Penguin Books, da responsabilidade da Tinta-da-China, com descontos até 30%».
Tudo ou quase tudo sobre a 79ª edição no novo site, blogue, twitter e facebook. Começa na próxima quinta-feira.
Conferência de imprensa amanhã, às 11h, no Parque Eduardo VII, em Lisboa. Desenvolvimento aqui.
Os primeiros dias da montagem de uma feira que promete ser diferente. O site oficial remete-nos ainda para a edição de 2008.
A nova Feira do Livro de Lisboa será apresentada e debatida na FIL, em Lisboa. Quarta-feira, 4 de Fevereiro, a partir das 15h.
O projecto de modernização da Feira do Livro de Lisboa elaborado pela APEL foi ontem aprovado pela autarquia liderada por António Costa. Segundo o jornal Público, falta agora fabricar 200 novos pavilhões. A Feira deve arrancar entre 23 e 30 de Abril, no Parque Eduardo VII.
A Feira do Livro de Lisboa abriu as portas e, como se esperava, choveu. É meio caminho para confirmar a sua existência, porque chove todos os anos. Que haja barraquinhas ou pavilhões, a feira está ali – e deve permanecer. É festa, como sempre. Subir e descer o parque é um ritual importante; respirar entre as árvores faz bem às coronárias e favorece os encontros, entre as prateleiras de livros. Prefiro os livros velhos, aqueles quase esgotados, vendidos por dois ou três euros, ou menos, e é isso que vou lá buscar todos os anos. Há uma magia qualquer nos livros ao ar livre, folheados ou vistoriados por almas que durante um ano inteiro aguardam aquele dia – o dia da Feira. Gosto das pessoas que fazem listas e recolhem catálogos, organizando a sua biblioteca particular, onde há sempre espaço para mais um livro. Isso é a feira – as pessoas, o ar satisfeito ou inquieto de quem se perde por um livro. O resto não me interessa nem me interessou muito. [Francisco José Viegas]
Só num comunicado emitido ontem à noite a APEL explicava, preto no branco, a inclusão dos pavilhões diferenciados do grupo LeYa na Feira de Lisboa. Lê-se num dos pontos do comunicado: «Neste contexto, a participação, a título excepcional, do Grupo Leya através de stands diferenciados só teve a concordância da APEL a partir do momento em que ficou definida, para o projecto de modernização a implementar em 2009, a garantia de “igualdade de oportunidades aos editores e livreiros de diferentes dimensão e capacidade financeira, com particular atenção às necessidades dos pequenos editores”.»
Também ontem à noite, numa nota distribuída como «aditamento», APEL atribuía ao grupo LeYa eventuais responsabilidades na abertura tardia da Feira: «A APEL assegura que todos os stands da sua responsabilidade, bem como o espaço envolvente, estarão prontos na quinta-feira, dia 22 de Maio. Contudo, a abertura da Feira do Livro de Lisboa – e a própria definição da data – está condicionada pelo Grupo Leya, a quem compete a montagem dos respectivos stands. Acresce que os elementos informativos desses stands, ainda não disponibilizados, são necessários para reformulação do layout da feira e consequente apresentação do mesmo na CML, para aprovação.»
[A abertura da Feira, no Diário de Notícias e no Público Online.]

A Feira do Livro de Lisboa abre no próximo dia 24, sábado – e encerrará no dia 10, terça-feira, feriado.
Foi emitido o seguinte comunicado pela APEL:
«A Associação Portuguesa de Editores e Livreiros é responsável pela organização da Feira do Livro de Lisboa desde 1930 com o sucesso que todos conhecem.
A 78ª edição em 2008 não fugiu à regra.
São de todos, no entanto, conhecidas as peripécias que acompanharam e perturbaram o normal desenvolvimento da implantação da 78 ªFeira do Livro de Lisboa cuja data de inauguração vai ser anunciada dentro de horas.
A APEL como instituição com maior expressão no sector editorial português e a única que representa o sector livreiro que também marca presença na Feira do Livro de Lisboa tudo tem feito para que ela continue a ser, como até aqui, o mais importante evento cultural da cidade e o maior do país.
A APEL assegura, pelo respeito que lhe merecem os participantes e o público em geral, que não poupará esforços para que a 78.ª Feira do Livro de Lisboa resulte num evento de grande sucesso, digno do seu historial, em nome da promoção do livro e da leitura.»
Resumo da conferência de imprensa de Vasco Teixeira, em despacho da Agência Lusa:
«A Associação de Editores e Livreiros (APEL) justificou hoje o atraso da Feira do Livro de Lisboa, que deverá começar no fim-de-semana, com a vontade de ter o maior número de autores e editores de sempre. Vasco Teixeira, que liderou a delegação da APEL nas negociações de segunda-feira com a Câmara de Lisboa e a União de Editores Portugueses (UEP), disse: "A realização da feira chegou a estar em causa, mas procurámos garantir o maior número de autores e editores de sempre". Em causa está o diferendo com o Grupo LeYa que congrega um grande número de editoras pertencentes à UEP, que pretendia "pavilhões diferenciados" na Feira, que já não começará quarta-feira como o previsto, mas permitindo a participação de editoras como a Editorial Caminho ou as Publicações D. Quixote e de autores como José Saramago, António Lobo Antunes ou Lídia Jorge.
O responsável da Porto Editora, que falava aos jornalistas nas instalações da Lisboa Editora, afirmou que "houve pressões de vários quadrantes, nomeadamente do presidente da Câmara" e não estranhou os agradecimentos do administrador-delegado do Grupo LeYa ao autarca e ao director municipal de Cultural, Rui Pereira. "É do conhecimento público o apoio do presidente António Costa e de Rui Pereira às pretensões do Grupo LeYa", disse.
Afirmando que "esta guerra entre a APEL e a UEP vem de trás", Vasco Teixeira salientou que "que a voz da UEP é na essência a voz da LeYa", grupo que vê contemplado pelo Memorando a diferenciação de pavilhões. Vasco Teixeira disse ainda que o Memorando de Entendimento entre a Câmara, a UEP e a APEL, assinado segunda-feira à noite, "procura que em próximas feiras não se repita qualquer situação de impasse".
"Garantir a estabilidade é uma das preocupações expressas pelo acordo", disse.
Vasco Teixeira citou o artigo 10º do Memorando segundo o qual as duas associações se comprometem "a um esforço conjunto" para a organização das feiras a partir de 2010.
Relativamente à Feira do próximo ano, prevista para se realizar de 15 de Maio a 15 de Junho, a sua organização caberá à APEL, que tem até 30 de Novembro para apresentar uma plano de modernização. Referindo-se a este prazo, Vasco Teixeira afirmou que "é apertado para se desenvolver o plano, mas tardio para se implementar". O editor afirmou que a questão da modernização não é consensual dentro da APEL, "fundamentalmente por razões financeiras".
Segundo Vasco Teixeira "foi a questão financeira que não permitiu um projecto de modernização aquando presidência de João Soares" na Cãmara de Lisboa (1995-2001).
"Temos de estudar quem pode apoiar, se a Câmara também apoia e há que encontrar patrocinadores", disse, frisando que essa é uma questão para a nova direcção da APEL que será eleita em finais de Junho.
Questionado porque razão o Presidente da APEL, Baptista Lopes, não liderou as negociações com a edilidade e a UEP, Vasco Teixeira afirmou que foi por vontade do próprio "para dar mais capacidade negocial à APEL" que se via confrontada nas negociações com uma delegação da UEP mais numerosa. "Não há críticas à direcção, foi constituída uma comissão que aliás sempre o apoiou e que foi aprovada por todos os órgão sociais da APEL", sublinhou Vasco Teixeira. A delegação da APEL foi liderada por Vasco Teixeira e constituída ainda por João Espadinha e José Pinho.
Para Vasco Teixeira, o Memorando "salvaguarda uma das maiores riquezas da Feira, que é a sua diversidade e dar espaço aos pequenos editores". "É garantido o acesso a todos, pequenos, médios e grandes editores e também aos livreiros que apenas têm representação através da APEL", enfatizou. Referindo-se ao Memorando afirmou: "É fundamentalmente uma declaração de intenções".»
A Porto Editora marcou uma conferência de imprensa para as 16h00.
Fonte da APEL contactada há instantes pelo LERBLOG confirmou que a 78ª Feira do Livro de Lisboa abrirá ao público durante o próximo fim-de-semana, «desejavelmente no sábado». Haverá uma comunicação oficial ainda hoje para fixar a data definitiva. Recordamos que a Feira do Livro do Porto abre amanhã, 21.
O Grupo LeYa participará de "forma diferenciada" na Feira do Livro de Lisboa, com 15 módulos de três dimensões diferentes, a instalar no topo direito Parque Eduardo VII, disse à Lusa o seu administrador-delegado, Isaías Gomes Teixeira.
Texto completo da notícia [Agência Lusa]
O LERBLOG publica o texto integral do protocolo de entendimento assinado entre a CML, a APEL e a UEP, e subscrito por, respectivamente, Rosalía Vargas, Vasco Teixeira e Carlos da Veiga Ferreira.
«Considerando que:
a) a Feira do Livro de Lisboa é um dos mais importantes eventos culturais da cidade e de toda a área metropolitana em que está inserida, tendo, por isso, um inegável interesse público;
b) Tal interesse se evidencia pela forte adesão popular registada em todas as 77 edições já realizadas;
c) A Câmara Municipal de Lisboa sempre reconheceu essa importância e o estatuto de interesse público e cultural, através de apoios directos e indirectos atribuídos à organização da Feira do Livro de Lisboa.
d) O espírito que sustenta a realização deste evento é o de expor toda a oferta editorial de língua portuguesa, assegurando a necessária diversidade e abrangência, num quadro de igualdade de oportunidades a todos os participantes, na prossecução da efectiva promoção do livro e da leitura;
e) a APEL é responsável pela organização da Feira do Livro de Lisboa desde 1930, aqui incluindo todas as 77 edições anteriores, com notório sucesso, bem como a 78ª edição, que se realiza este ano;
f) A responsabilidade de organizar um certame como a Feira do Livro de Lisboa exige da APEL uma posição de salvaguarda dos direitos e interesses de todos os participantes, não devendo, pois, permitir que qualquer editor ou grupo editorial usufrua de quaisquer privilégios e condições excepcionalmente vantajosas em relação a todos os participantes e que possam desvirtuar o objectivo da própria Feira do Livro de Lisboa;
g) a APEL é a instituição com maior expressão no sector editorial português e a única que representa o sector livreiro, que também marca presença na Feira do Livro de Lisboa;
h) A União dos Editores Portugueses (UEP) é uma entidade que congrega algumas das mais importantes editoras portuguesas;
i) O impasse que se verifica com a realização da 78ª Feira do Livro de Lisboa, resultante de diferendos entre a APEL e a UEP, pode colocar em perigo a concretização de tão importante evento ou, pelo menos, prejudicando a abrangência de representação de editores, livreiros, autores e livros.
j) A CML, a APEL e a UEP consideram fundamental assegurar que o certame continue a realizar-se com as virtualidades que tem manifestado em prol da divulgação do livro e do estímulo à leitura;
É redigido o presente Memorando de Entendimento entre a CML, a APEL e a UEP, cujas vontades se expressam nos seguintes termos:
1. Compete à APEL, a responsabilidade de realizar, em 2008 e 2009, a Feira do Livro de Lisboa, facto pelo qual a CML se obriga a não autorizar a realização, no mesmo local, de um evento de características similares e/ou concorrencial durante o período de realização da Feira do Livro, assim como nos três meses anteriores e posteriores à data da realização da mesma.
2. A realização da Feira do Livro de Lisboa terá lugar entre 15 de Maio e 15 de Junho, com a duração a fixar pela APEL, excepto se outras datas vierem a ser acordadas entre a APEL e a CML, ouvida a UEP.
3. Todos os processos relativos à montagem e desmontagem da Feira do Livro de Lisboa competem à APEL, carecendo de aprovação da CML.
4. A CML disponibilizará à APEL para a Feira do Livro de Lisboa o espaço suficiente para o seu funcionamento, em local adequado para o efeito, e sem quaisquer encargos que respeitem à utilização do local, promoção e funcionamento da Feira, incluindo serviços a ela inerentes.
5. Até 31 de Março, a CML acordará com a APEL a lista de equipamentos e serviços infra-estruturais que disponibilizará, tendo em atenção as circunstâncias de cada edição do evento.
6. A APEL compromete-se a apresentar até 30 de Novembro de 2008 um projecto de modernização da Feira do Livro de Lisboa, tendo em vista a 79ª edição a realizar em 2009.
7. O projecto de modernização terá de ser apreciado pela CML no prazo de 30 dias após a entrega do projecto à edilidade.
8. O projecto de modernização deverá garantir igualdade de oportunidades aos participantes do sector de diferente dimensão e capacidade financeira, com particular atenção às necessidades dos pequenos editores que garantam a exposição de livros difíceis de encontrar nos circuitos comerciais habituais.
9. Na 78ª edição da Feira do Livro de Lisboa, a APEL aceita a inscrição de stands de características diferentes dos tradicionais, com a implementação e tipologia que foram acordadas entre as partes.
10. A APEL e a UEP, por via deste Acordo, retiram os pedidos de organização da Feira do livro de Lisboa já apresentados. As duas associações comprometem-se a um esforço conjunto para a organização das Feiras do Livro de Lisboa para o ano 2010 e seguintes. No caso de não chegarem a acordo para o ano 2010 e seguintes, a CML avaliará a respresentatividade das associações do sector e terá essa avaliação em conta na atribuição do espaço para a organização da Feira do Livro.
Lisboa, 19 de Maio de 2008.»
[Destaques nossos]
É o seguinte o comunicado emitido há pouco pela Câmara Municipal de Lisboa sobre o acordo assinado entre a APEL, UEP e CML sobre a Feira do Livro de Lisboa:
«Foi assinado ontem um memorando de entendimento entre a Câmara Municipal de Lisboa, a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros e a União de Editores Portugueses, que define os termos em que se realizará a Feira do Livro de Lisboa em 2008 e em 2009, cuja organização compete à APEL.
A CML congratula-se com o facto de ter sido possível este entendimento entre as duas entidades representativas do sector do livro.
A CML, que actuou como mediadora deste processo, saúda que tenha sido possível garantir, através deste entendimento, a realização da Feira do Livro de Lisboa deste e do próximo ano, entendendo-a como uma grande manifestação em prol da divulgação do livro e do estímulo à leitura, com a participação do maior número possível de editoras e autores portugueses.»
A opinião de João Miguel Tavares, hoje no Diário de Notícias: «É um desconsolo, mas é mesmo assim: estar próximo dos livros não torna as pessoas mais inteligentes. Basta olhar para o conflito entre a APEL e a Leya a propósito da Feira do Livro e verificar como essa gente que faz da literatura a sua profissão consegue revelar uma tão grande falta de senso, consumindo-se em conflitos internos que deixaram de fazer sentido há pelo menos 20 anos.» [Texto completo aqui]
Zita Seabra ao Correio da Manhã: «As editoras não são empresas públicas, onde tanto faz hoje como para a semana. Quando se trabalha com risco, nunca se brinca. Evidentemente que planeámos tudo para abrir no dia anunciado. Pagámos o aluguer do pavilhão, temos pessoal contratado especialmente para a Feira, contratos com empresas para o transporte dos livros e tivemos de tratar com os bancos o necessário para ter lá multibanco. E também um programa para lá ter os autores a assinar livros que nos perguntam o que vai acontecer e nós não sabemos como responder.»
Baptista Lopes em declarações à Rádio Renascença: «A Feira do Livro de Lisboa deverá abrir portas durante o próximo fim-de-semana. A informação foi avançada à Renascença pelo presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros.
A APEL teve esta segunda-feira um encontro com a União de Editores Portugueses para ultrapassar o diferendo com o grupo editorial LeYa que pretende montar expositores diferentes dos restantes feirantes.Do Público online de há instantes (peça assinada por Ana Henriques e Isabel Coutinho):
«A Associação Portuguesa de Editores e Livreiros e a União de Editores Portugueses assinaram finalmente o acordo que vai permitir a realização da Feira do Livro de Lisboa. A Leya vai ter pavilhões diferenciados, a UEP prescinde de organizar a Feira do Livro de Lisboa para o ano e a data de abertura está só dependente de pormenores técnicos e da capacidade de montagem dos pavilhões.
Na reunião participaram Vasco Teixeira, da APEL e da Porto Editora; Carlos Veiga Ferreira, da UEP; e Isaías Gomes Teixeira, da Leya. O encontro estava a ser mediado pela vereadora da Cultura, Rosalia Vargas, mas foi necessária a intervenção do presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, para que a querela entre editores fosse desbloqueada. E mesmo assim a assinatura deste acordo só aconteceu cerca das 22h30 de hoje.»
Notícias, rumores, invenções e impropérios para ler@circuloleitores.pt
1. Os 50 autores mais influentes do século XX.
2. Dez cidades para visitar com livros debaixo do braço.
3. Charles Darwin, 200 anos depois.
4. «O Magalhães é o maior assassino da leitura em Portugal.»
5. Última entrevista de António Barahona.
6. Inéditos de Fernando Pessoa.
7. John Milton por João Pereira Coutinho.
8. «O meu mal é ter uma curiosidade de puta.»
9. Entrevista Luis Sepúlveda.
10. «Já quase pareço um escritor.»
11. Entrevista Eduardo Lourenço.
12. Breve Introdução à Teoria Literária.
13. Agustina, a indomável.
14. Trinta livros do PNL.
15. Entrevista A. M. Pires Cabral.
16. Dinis Machado: «Só quis escrever um livro».
17. Retratos de um Nobel.
18. Os últimos e-mails de Stieg Larsson.
19. Os 200 anos de Edgar Allan Poe.
20. Knoxville, o território de McCarthy.
21. O bibliotecário ambulante.
22. Dez escritores europeus que (já) mereciam ser traduzidos em Portugal.
23. Entrevista Mia Couto.
24. Entrevista Vasco Pulido Valente.
25. Inéditos Vinicius de Moraes.
26. Os heterónimos de Eduardo Lourenço
Outras leituras
«Volviendo a John le Carré» (Antonio Muñoz Molina)
«A Country Without Libraries» (Charles Simic)
«The Translation Gap: Why More Foreign Writers Aren’t Published in America» (Emily Williams)
«The Godfather of the E-Reader» (Jennifer Schuessler)
«The Philosophical Novel» (James Ryerson)
«The Case of the First Mystery Novelist» (Paul Collins)
«The lost art of handwriting» (Umberto Eco)
«Our Boredom, Ourselves» (Jennifer Schuessler)
«Scandinavian Crime Wave» (Nathaniel Rich)
«When Bad Covers Happen to Good Books» (Joe Queenan)
«Tintinabulation» (Bruce Handy)
«Inside the Secret World of Literary Scouts» (Emily Williams)
«Advantage Google» (Lewis Hyde)
«Texts Without Context» (Michiko Kakutani)
«Bookmarkism: The New Ideology» (Robert Nagle)
«The Autobiography of J.G.B.» (J. G. Ballard)
«J. G. Ballard, Poet of Desolate Landscapes»
«When Writers Speak» (Arthur Krystal)
«Reading by the Numbers» (Susan Straight)
«What I heard at J.D. Salinger’s doorstep» (Tom Leonard)
«Why hasn't there been a science fiction Booker winner?» (Adam Roberts)
«Freyre, Euclides e o Brasil» (Daniel Piza)
«Las cartas íntimas de Beckett» (J. M. Coetzee)
«Entrevista Günter Grass» (Juan Cruz)
«Eudora Welty's centenary» (Paul Binding)
«Juan Benet: en un tiempo de silencio» (Manuel Vicent)
«Richard Poirier: A Man of Good Reading» (Alexander Star)
«Sumergirse en Benet» (Álvaro Colomer)
«Interview with Seamus Heaney» (Sameer Rahim)
«Robert Capa - La muerte y el azar» (Guillermo Altares)
«Why do Pynchon, Ballard and Wallace provoke such online loyalty?»
«Richard Poirier: A Man of Good Reading» (Alexander Star)
«Philip Larkin Letters» (John Shakespeare)
«Una vida absolutamente maravillosa» (Enrique Vila-Matas)
«Poética de los escaparates» (Antonio Muñoz Molina)
«In the South» (Salman Rushdie)
«Our George Steiner Problem – and Mine» (Lee Siegel)
«Poets, Academia: A Couplet in Conflict» (David Orr)