As 51 obras da exposição Corto Maltese: Viagem à Aventura «retratam uma das muitas aventuras do errante capitão maltês: de Veneza, passando por África, de Samarcanda à Polinésia, do Caribe à ilha de Escondida.». Até 2 de dezembro, no Fórum Eugénio de Almeida, em Évora.
«Esta não é apenas uma exposição de livros, mas de obras de arte onde o livro tem uma presença determinante – pinturas, filmes, esculturas e instalações – numa montagem que aproxima livros iluminados medievais e obras de arte contemporâneas e livros ilustrados do século XVII ao lado de filmes ou livros conceptuais do século XX. Propõe-se, assim, uma reflexão sobre os limites da arte e do livro por vir. Mostra-se o livro enquanto laboratório de experiências estéticas, que abre um horizonte infinito de possíveis à arte, interrogando e alargando também a nossa conceção “segura” e tradicional de livro.» Exposição aberta ao público (três euros por entrada) de 20 de julho a 21 de outubro, no Museu Calouste Gulbenkian, com curadoria de Paulo Pires do Vale.
Título da exposição de Luis Manuel Gaspar inaugurada hoje na Biblioteca Nacional. Entrada livre até 31 de agosto: «O estilo minucioso de Luis-sem-acento tem como assinatura a tinta-da-china e o aparo fino, tão fino como a sua elegância. Não dá um passo sem sépia. Mas a gama de cor, por exemplo nas citadas bandas desenhadas (publicadas no jornal Viva Voz e na revista Ler) onde o poema corre como arrepio suscitando variações do olhar sobre sítio significante em modo disléxico e não ilustrativo, torna-se personagem. Pela intensidade da paleta generosa e densa, as texturas, a luz, os céus acontecem mais reais que o real. Como na poesia que também pratica, o museu naturalmente de Luis enche de carne e veias o farol assim como dá ao granito a leveza do veludo.»
Título da exposição organizada pela Biblioteca Nacional «sobre os tempos e os modos de receção da sua obra no nosso país, desde o primeiro impacto intelectual, aliás de contornos polémicos, nos anos trinta do século XX, à projeção mediática que correspondeu à divulgação através de famosas séries televisivas e a passagem pelo cinema, após os anos setenta». A partir de amanhã e até 7 de setembro.
Alfabeto a Preto e Branco, João Vieira, 1981. Exposição «Três Movimentos da Letra - O desenho da escrita em Portugal», até 31 de Maio na Biblioteca Nacional, em Lisboa.
A partir de amanhã, e até 8 de abril, no Museu da Electricidade, em Lisboa, estão expostas as 150 ilustrações escolhidas pelo júri da 5ª edição da Ilustrarte, depois de analisarem propostas de 1585 ilustradores de 65 países.
A exposição «Fernando Pessoa, Plural como o Universo» é inaugurada a 9 de fevereiro na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, no âmbito do Ano do Brasil em Portugal. Poemas, textos, documentos, fotografias e pintura, ortónimo e heterónimos para (re)ver até 30 de abril.
A grande exposição sobre Shakespeare, preparada há muito pelo British Museum em colaboração com a Royal Shakespeare Company, só abre as portas em Julho de 2012, em Londres, mas começam já a conhecer-se alguns dos pormenores.
Título de uma exposição imperdível do designer e ilustrador Isidro Ferrer, a decorrer até 30 de Abril no novo espaço Quadra, em Matosinhos.
Título da exposição com inauguração marcada para sábado, dia 29, às 17h, no Museu da Cidade de Almada. Quatrocentos cadernos originais de 30 desenhadores, entre outros textos, filmes e depoimentos. Catálogo disponível aqui.
Título de uma ampla exposição sobre banda desenhada portuguesa, inaugurada segunda-feira no Museu Berardo, onde permanecerá até 27 de Março. Pedro Vieira de Moura, curador da «Tinta nos Nervos», explica tudo aqui.
[Via Cadeirão Voltaire]
Colecção reunida por Eric Fabre em exposição de 31 de Maio a 22 de Agosto, no Museu Berardo, em Lisboa.
A primeira grande exposição do novo museu francês é dedicada a Marcel Proust. Até 29 de Agosto, em Paris.
Título da exposição comissariada por Guy Schraenen e aberta ao público entre 22 de Maio e 15 de Agosto na Biblioteca de Serralves. «Desde os anos 90, a fotografia tornou-se para os artistas plásticos uma ferramenta, uma matéria explorada de todas as formas, em todos os formatos. Muito antes, nos anos 70, numerosos artistas de todas as tendências exploraram a linguagem fotográfica na realização dos seus livros. Alguns fizeram dela o material principal, como Ed Ruscha e Hans-Peter Feldmann; outros empregaram-na pontualmente, como Christian Boltanski e Sol LeWitt. Outros ainda integraram-na de maneiras muito diversas, como Joseph Kosuth e Allan Kaprow. Mas todos desenvolveram projectos sob forma de publicação em que o formato da foto permanecia próximo do tradicional. As pesquisas demarcaram-se da fotografia tradicional e dos álbuns fotográficos pelo facto de os artistas construírem sequências que, página após página, formavam um conjunto coerente desenvolvendo-se no tempo e no espaço.»
O Atlas Klencke será um dos ícones da exposição Magnificent maps: Power, Propaganda and Art. De 30 de Abril a 19 de Setembro
A mostra bibliográfica continua na Biblioteca Nacional até 30 de Novembro.
Inaugurada no fim de Setembro na Casa da Achada – Centro Mário Dionísio, a exposição abre ao público na próxima quinta-feira (15 de Outubro). «Além de 37 obras de Mário Dionísio, de várias fases, a exposição inclui obras de vários artistas que por eles lhe foram oferecidas e que constam, assim, do seu espólio: Abel Salazar, Álvaro Cunhal, António Cunhal, Avelino Cunhal, Cândido Portinari, Carlos de Oliveira, Carlos Scliar, Germano Santo, José Júlio, Júlio, Júlio Pomar, Júlio Resende, Manuel Filipe, Manuel Ribeiro de Pavia, Maria Helena Vieira da Silva, Raul Perez.»
Até 31 de Dezembro.
Segundas, Quintas e Sextas das 15h às 20h.
Sábados e Domingos das 11h às 18h.
Instituto Camões prepara a exposição itinerante dedicada aos 500 anos do nascimento de Fernão Mendes Pinto, com guião de Ana Paula Laborinho.
Duplo evento, a partir das 19h, na LX Factory: inauguração da exposição Senhores Projectos e lançamento do livro O Senhor Swedenborg, de Gonçalo M. Tavares. Agenda completa aqui.
A inauguração é hoje, terça-feira, e não ontem, como publicado anteriormente.
Inauguração marcada para hoje, às 19h30, na Rua da Misericórdia, 68, em Lisboa: Clara Ferreira Alves apresenta o livro PortulÍndia, de Nuno Félix da Costa, título também da exposição de fotografia patente no Museu do Oriente a partir de sexta-feira.
A evolução de Darwin foi a exposição mais visitada de sempre na Fundação Calouste Gulbenkian.
Notícias, rumores, invenções e impropérios para ler@circuloleitores.pt
1. Os 50 autores mais influentes do século XX.
2. Dez cidades para visitar com livros debaixo do braço.
3. Charles Darwin, 200 anos depois.
4. «O Magalhães é o maior assassino da leitura em Portugal.»
5. Última entrevista de António Barahona.
6. Inéditos de Fernando Pessoa.
7. John Milton por João Pereira Coutinho.
8. «O meu mal é ter uma curiosidade de puta.»
9. Entrevista Luis Sepúlveda.
10. «Já quase pareço um escritor.»
11. Entrevista Eduardo Lourenço.
12. Breve Introdução à Teoria Literária.
13. Agustina, a indomável.
14. Trinta livros do PNL.
15. Entrevista A. M. Pires Cabral.
16. Dinis Machado: «Só quis escrever um livro».
17. Retratos de um Nobel.
18. Os últimos e-mails de Stieg Larsson.
19. Os 200 anos de Edgar Allan Poe.
20. Knoxville, o território de McCarthy.
21. O bibliotecário ambulante.
22. Dez escritores europeus que (já) mereciam ser traduzidos em Portugal.
23. Entrevista Mia Couto.
24. Entrevista Vasco Pulido Valente.
25. Inéditos Vinicius de Moraes.
26. Os heterónimos de Eduardo Lourenço
Outras leituras
«Volviendo a John le Carré» (Antonio Muñoz Molina)
«A Country Without Libraries» (Charles Simic)
«The Translation Gap: Why More Foreign Writers Aren’t Published in America» (Emily Williams)
«The Godfather of the E-Reader» (Jennifer Schuessler)
«The Philosophical Novel» (James Ryerson)
«The Case of the First Mystery Novelist» (Paul Collins)
«The lost art of handwriting» (Umberto Eco)
«Our Boredom, Ourselves» (Jennifer Schuessler)
«Scandinavian Crime Wave» (Nathaniel Rich)
«When Bad Covers Happen to Good Books» (Joe Queenan)
«Tintinabulation» (Bruce Handy)
«Inside the Secret World of Literary Scouts» (Emily Williams)
«Advantage Google» (Lewis Hyde)
«Texts Without Context» (Michiko Kakutani)
«Bookmarkism: The New Ideology» (Robert Nagle)
«The Autobiography of J.G.B.» (J. G. Ballard)
«J. G. Ballard, Poet of Desolate Landscapes»
«When Writers Speak» (Arthur Krystal)
«Reading by the Numbers» (Susan Straight)
«What I heard at J.D. Salinger’s doorstep» (Tom Leonard)
«Why hasn't there been a science fiction Booker winner?» (Adam Roberts)
«Freyre, Euclides e o Brasil» (Daniel Piza)
«Las cartas íntimas de Beckett» (J. M. Coetzee)
«Entrevista Günter Grass» (Juan Cruz)
«Eudora Welty's centenary» (Paul Binding)
«Juan Benet: en un tiempo de silencio» (Manuel Vicent)
«Richard Poirier: A Man of Good Reading» (Alexander Star)
«Sumergirse en Benet» (Álvaro Colomer)
«Interview with Seamus Heaney» (Sameer Rahim)
«Robert Capa - La muerte y el azar» (Guillermo Altares)
«Why do Pynchon, Ballard and Wallace provoke such online loyalty?»
«Richard Poirier: A Man of Good Reading» (Alexander Star)
«Philip Larkin Letters» (John Shakespeare)
«Una vida absolutamente maravillosa» (Enrique Vila-Matas)
«Poética de los escaparates» (Antonio Muñoz Molina)
«In the South» (Salman Rushdie)
«Our George Steiner Problem – and Mine» (Lee Siegel)
«Poets, Academia: A Couplet in Conflict» (David Orr)