Sábado, 14 de Janeiro de 2012
«Ah, se eu pudesse escrever como o Messi joga futebol!»
14 Janeiro, 2012

Entrevista de António Lobo Antunes ao El País, jornal que recupera a fotografia que fez capa da LER em maio de 2008 (nº 69).

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Segunda-feira, 23 de Maio de 2011
Entrevista a Peter Sloterdijk
23 Maio, 2011

«La literatura alemana está muy viva. Durs Grünbein es un clásico vivo de la poesía y Enzensberger sigue conectando con el presente por mucho que habite desde hace tiempo en el Olimpo. Es cierto que no hay un escritor equivalente a Don DeLillo o a Philip Roth, pero Martin Walser está a la altura de Updike. El problema es otro, y lo sufren todas las literaturas del mundo: la marginalización. Internet es una revolución tan importante como la que produjo Gutenberg con la imprenta. Es cierto que los escritores siempre fueron una minoría, pero hasta ahora fueron una feliz minoría: seguían ocupando un lugar central. Habrá que ver si esa minoría de escritores, en un mundo que se rinde a Lady Gaga, seguirán siendo felices o empezaran a sentirse desdichados.» Entrevista completa do filósofo alemão no El País.

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Terça-feira, 26 de Abril de 2011
Roth e o doutor
26 Abril, 2011

«Pareces mi doctor. No leo novela actual hace unos viente años, solo cosas de amigos. No estoy al día de lo que ocurre.» Uma das respostas de Philip Roth em entrevista ao El País.

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Quarta-feira, 30 de Março de 2011
«A edição digital é uma oportunidade. O verdadeiro perigo é a gratuitidade»
30 Março, 2011

Entrevista de Antoine Gallimard ao El País.

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Quinta-feira, 13 de Janeiro de 2011
Franzen e a felicidade nos EUA
13 Janeiro, 2011

«Si algo caracteriza a los EE.UU. es la ausencia absoluta de un límite semejante, digamos, de lo “nacional”. Aquí uno puede ser lo que se le antoje. Los europeos, en cambio, han vivido muy cerca unos de otros por siglos y saben bien que uno no puede tener ni ser cualquier cosa que se le ocurra. Al final del día es inexorable que un francés se sienta... un francés. Esto no necesariamente es malo. Cuando miramos los estudios que miden la “felicidad relativa” en cada país, los EE.UU. ranquean muy bajo. Es un dato chocante en un país que promociona tanto la palabra libertad; es toda una refutación de que ésta nos hace felices.»

Entrevista de Jonathan Franzen à revista Ñ, autor do romance mais falado de 2010, cuja tradução portuguesa (Liberdade) será publicada pela Dom Quixote a 14 de Fevereiro. Leia um excerto do livro na LER de Janeiro, desde o início do mês nas bancas.

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Terça-feira, 23 de Novembro de 2010
«Todos os meus livros têm esse outro mundo, que me é natural: o mundo do humor e da ironia»
23 Novembro, 2010

«Quando terminei de escrever Aprender a Rezar na Era da Técnica estava de tal forma cansado que naturalmente fui escrever «Os Senhores» [da série «O Bairro»], que são coisas que me são naturais. Eu tenho naturalmente uma certa ironia, portanto tudo aquilo me é natural. Tenho, por vezes, a imagem de pessoa cerebral e pessimista e tal mas «O Bairro» é um outro mundo. E acho que todos os meus livros têm esse outro mundo, que me é natural: o mundo do humor e da ironia. Como se as palavras fossem coisas materiais e nós pudéssemos ver as costas das palavras, a parte de baixo das palavras; como se pudéssemos levantar a saia das palavras. Instintivamente, quando recebo uma frase, quando ouço uma frase, é como se me movimentasse em redor dessa frase. A ironia é não recebermos uma frase exactamente como ela nos surge e tentarmos ler o outro lado do que se está a dizer. Isso é-me muito natural.» Excerto da entrevista de Gonçalo M. Tavares que poderá ler no número de Dezembro.
[Fotografia de Pedro Loureiro]

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Quarta-feira, 17 de Novembro de 2010
«Com a concentração há maior probabilidade de os grupos editoriais continuarem a ser portugueses»
17 Novembro, 2010

«Acho que a concentração, num país pequeno como Portugal, é razoavelmente saudável, desde que seja regulada. O livro é um mercado difícil, veja-se as editoras e livrarias que fecham. E temos o desafio do digital. Acho que esta concentração tem mais efeitos benéficos do que prejudiciais. Se a Autoridade da Concorrência tivesse dito que não ao negócio, a Bertrand teria sido comprada por espanhóis e as suas políticas seriam definidas em Madrid. E se amanhã lhes interessasse fechar, fechavam. Com a concentração há maior probabilidade de os grupos editoriais continuarem a ser portugueses. Sem ela, o mais provável é que passássemos a ter livros portugueses editados no estrangeiro, como já acontece na música ou no cinema.» Excerto de uma longa entrevista de Vasco Teixeira, responsável editorial do Grupo Porto Editora, ao jornal Público.

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Quarta-feira, 1 de Setembro de 2010
AS Byatt: «I don't believe in God. I believe in Wallace Stevens»
01 Setembro, 2010

Vídeo no Guardian.

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Quarta-feira, 7 de Julho de 2010
«Dessacralizar o António»
07 Julho, 2010

«É preciso que o leitor saiba dessacralizar o António, respeitá-lo mas não se deixar intimidar, porque há sempre uma frase que o sensibiliza. Mesmo as suas frases mais populares são muito interessantes! Digo sempre às pessoas que ainda não o leram para experimentarem as Cartas da Guerra, que é o making-of de António como escritor. Está lá tudo, a tomada de consciência política, a compreensão da guerra e a correspondência de amor, e, mesmo não sendo um livro como os outros, mostra o que ele vai ser a seguir.» Entrevista a Dominique Bourgois, editora francesa de António Lobo Antunes, presente ontem, em Lisboa, na conferência de imprensa que divulgou a temporada de teatro parisiense dedicada ao autor de Os Cus de Judas.

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Quarta-feira, 30 de Junho de 2010
Entrevista Philippe Claudel
30 Junho, 2010

«The modern novel can’t sidestep or ignore the idea of evil on an industrial level. We were born in the century of the refrigerator – which conserves food, helping us to stay alive – and of the gas chamber, which grossly destroys life; in the century of a science that progressed considerably in order to save lives, and that simultaneously reached perfection in the art of exterminating them.» Entrevista ao vencedor do Independent Foreign Fiction Prize publicada hoje no site da Granta.

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A.S. Byatt e a literatura infantil
30 Junho, 2010

A partir da vida da escritora Olive Wellwood, A. S. Byatt percorre um vasto território ficcional e diz o que pensa sobre o assunto.

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Quarta-feira, 2 de Junho de 2010
Entrevista Ferreira Gullar
02 Junho, 2010

O Público recupera uma entrevista feita por Carlos Câmara Leme ao novo Prémio Camões, publicada no Mil Folhas em Dezembro de 2003.

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Segunda-feira, 19 de Abril de 2010
Da era Gutenberg ao Google
19 Abril, 2010

«La novela es una especie de paseo privado a lo largo del puente que enlaza el mundo casi excesivo de Joyce con el más lacónico de Beckett y que a fin de cuentas es el trayecto principal de la gran literatura de las últimas décadas: el que va de la riqueza de un irlandés a la deliberada penuria del otro; de la era Gutenberg a Google; de la existencia de lo sagrado (James Joyce) a la era sombría de la desaparición de Dios (Samuel Beckett), de lo epifánico a la afonía...»

Enrique Vila-Matas, em entrevista, sobre o seu romance mais recente Dublinesca (Seix Barral).

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Segunda-feira, 5 de Abril de 2010
Língua, ofício e vida
05 Abril, 2010

Literatura, economia verbal, recordações da ditadura, campos de extermínio — temas de uma entrevista com Herta Müller, Prémio Nobel 2009.

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Quarta-feira, 24 de Março de 2010
Coragem & clientelas
24 Março, 2010

«O Ministério da Cultura tem que ter a coragem de aplicar melhor as suas verbas. Tem havido alguma preocupação em satisfazer clientelas. Qualquer entidade nova tem acesso aos concursos, aos apoios às artes, até o cinema. É um espaço permanentemente aberto. E os fundos são o que são, têm estado a crescer mas não estão equiparados ao potencial de novos agentes que entram neste mercado. O MC tem que ter a coragem de subir a fasquia, diminuir o número de apoios e apostar na qualidade. Até hoje não houve ainda vontade de dar esse passo. Eu tenho muita vontade de reflectir sobre isso e eventualmente dar passos nesse sentido.»

Gabriela Canavilhas, ministra da Cultura, entrevista por Alexandra Prado Coelho.

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Segunda-feira, 8 de Março de 2010
Ainda a propósito da destruição de livros
08 Março, 2010

É corrente as editoras destruírem livros que estão fora do mercado?

Sim. Há mesmo um prazo legal para o fazer, que penso ser de cinco anos, não tenho agora presente. Isto depois de perguntar aos autores se os querem comprar, como consta na cláusula de opção que têm abaixo do preço de capa.

E é um massacre, como disse a ministra da Cultura?

Tenho uma opinião mais matizada. Quando uma editora oferece um livro, exceptuando os que disponibiliza para crítica, tem de gastar 15% do preço de capa. Tem de pagar 5% de IVA e 10% dos direitos de autor, a não ser que este abdique deles. Há consequências fiscais e económicas de dar uma «coisa minha». E ainda o transporte e embalagem se quem os recebe não os pagar. Por correio pode ficar por três euros cada livro.

Compensa fazer dos livros pasta de papel?

Se fosse indiferente, armazenavam-se. Há o custo do espaço, da conservação e a degradação do livro. E as editoras podem não querer comercializar livros antiquados e desactualizados. É preciso dizer que os livros são das editoras, que os pagaram.

E se o Estado o sustentasse?

Aí poderia haver outro problema, que não elenquei atrás: concorrência desleal. Imagine-se que se enviavam para países da lusofonia. Os editores locais teriam de concorrer com livros de borla. Isto [o livro] é um negócio e, se o livro passa a ser objecto de oferta, como viverão as pessoas que vivem de os escrever ou das tarefas em torno do livro? Mas essa [intervenção estatal] é uma questão política que não nos cabe discutir.

 

Entrevista completa de Miguel Freitas de Costa, secretário-geral da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros.

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Sexta-feira, 12 de Fevereiro de 2010
«A escola deveria ensinar os alunos a amar a literatura»
12 Fevereiro, 2010

«Quando nós professores não sabemos muito bem como fazer para despertar o interesse dos alunos pela literatura, recorremos a um método mecânico, que consiste em resumir o que foi elaborado por críticos e teóricos. É mais fácil fazer isso do que exigir a leitura dos livros, que possibilitaria uma compreensão própria das obras. Eu deploro essa atitude de ensinar teoria em vez de ir diretamente aos romances, por que penso que para amar a literatura - e acredito que a escola deveria ensinar os alunos a amar a literatura - o professor deve mostrar aos alunos a que ponto os livros podem ser esclarecedores para eles próprios, ajudando-os a compreender o mundo em que vivem.» Tzvetan Todorov, em entrevista à revista Bravo!.

[Via Autores e Livros]

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Terça-feira, 2 de Fevereiro de 2010
Entrevista a Don DeLillo
02 Fevereiro, 2010

«I don’t write essaylike fiction.  My work tends to have a strong visual quality -- the idea is to make the reader see, and it may be the case that my interest in film has helped fashion this tendency.» Entrevista de Don DeLillo sobre o seu último livro, Point Omega. 

[Via twitter de José Afonso Furtado]

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Segunda-feira, 25 de Janeiro de 2010
Entrevista a Kenzaburo Oé (Babelia)
25 Janeiro, 2010

Memórias, medos, esquecimentos e o último livro do escritor japonês premiado com o Nobel da Literatura em 1994.

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Quarta-feira, 13 de Janeiro de 2010
Um diagnóstico que vem de Espanha
13 Janeiro, 2010

Núria Cabutí é desde há poucos dias a nova conselheira delegada da Random House Mondadori, tornando-se assim, segundo o El País, a primeira mulher a liderar o segundo grande grupo editorial espanhol. Entrevista aqui.

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Segunda-feira, 14 de Dezembro de 2009
Escrever para melhorar
14 Dezembro, 2009

«If I had something bad happen to me, then I needed to write so it would get better. But then when for a while bad things stopped happening, I didn't have anything to write.»

Entrevista a Diana Athill, 91 anos, editora de autores como Philip Roth, Jean Rhys, VS Naipaul, Brian Moore ou John Updike.

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Quinta-feira, 26 de Novembro de 2009
Peixoto e o «realismo mitológico»
26 Novembro, 2009

José Luís Peixoto entrevistado por Manuel da Costa Pinto para o programa «Entrelinhas», durante a última edição da Festa Literária Internacional de Porto de Galinhas.

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Quarta-feira, 18 de Novembro de 2009
Santiago Gamboa
18 Novembro, 2009

«Para mí la belleza de la humanidad está en la literatura. En las historias, en el trabajo de pulido de la palabra. A mí eso me conmueve. El resto de la vida tiene muchas cosas bellas y difíciles, pero también duras y jodidas. Estos personajes brillan a través de las historias.»

Excerto de uma entrevista ao escritor colombiano Santiago Gamboa, a propósito de Necropólis.

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Sexta-feira, 13 de Novembro de 2009
Entrevista a Gastão Cruz
13 Novembro, 2009

Em Setembro, a editora  Língua Geral publicou no Brasil a antologia A moeda do tempo e outros poemas, de Gastão Cruz, com organização e posfácio de Jorge Fernandes da Silveira e prefácio de Luis Maffei. O poeta português foi entrevistado para o Portal Saraiva Conteúdo.

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Quarta-feira, 11 de Novembro de 2009
O museu de Pamuk
11 Novembro, 2009

O Prémio Nobel Orhan Pamuk é o convidado de honra das Conferências de Poesia Charles E. Norton, organizadas pela Universidade de Harvard. A propósito do seu novo romance, o escritor turco avança com uma «ideia metaliterária». Entrevista exclusiva aqui.

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