Quinta-feira, 14 de Julho de 2011
The Fantastic Flying Books of Mr. Morris
14 Julho, 2011

Retirado daqui

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Sexta-feira, 14 de Janeiro de 2011
O Coração e a Garrafa, Oliver Jeffers (booktrailer)
14 Janeiro, 2011

publicado por Ler às 12:42
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Segunda-feira, 22 de Novembro de 2010
A Última Noite em Twisted River (booktrailer)
22 Novembro, 2010

Pode ler uma entrevista de John Irving na LER que estará nas bancas até ao final do mês.

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Terça-feira, 16 de Novembro de 2010
Uma Viagem à Índia (booktrailer)
16 Novembro, 2010

publicado por Ler às 12:04
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Quinta-feira, 14 de Outubro de 2010
Rio Homem, André Gago (booktrailer)
14 Outubro, 2010

 

O primeiro romance do actor André Gago acaba de chegar às livrarias com edição da ASA. «É um livro que cruza a história de um foragido da Guerra Civil de Espanha com o drama vivido pela população de Vilarinho das Furnas aquando da construção da barragem (como sabem, a aldeia ficou submersa na albufeira e todos os seus habitantes tiveram de ser deslocados) e por onde perpassam, embora sem serem nomeadas, figuras portuguesas como Torga, Jorge Dias e outras», explica a editora Maria do Rosário Pedreira. «É uma obra de grande qualidade, finalista do Prémio Leya no ano passado.»

 

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Terça-feira, 12 de Outubro de 2010
Vício Intrínseco, Thomas Pynchon (booktrailer)
12 Outubro, 2010

publicado por Ler às 10:49
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Terça-feira, 4 de Maio de 2010
Entre rinhas de cachorros e porcos abatidos
04 Maio, 2010

O booktrailer vencedor de uma das categorias do BiblioFilmes Festival. Lista completa aqui.

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Orgulho e Preconceito e Zombies (booktrailer)
04 Maio, 2010

Tal como anunciado há um ano, o livro será lançado este mês pela Gailivro.

publicado por Ler às 10:48
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Segunda-feira, 12 de Abril de 2010
O Oito, de Katherine Neville (booktrailer)
12 Abril, 2010

publicado por Ler às 10:46
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Sexta-feira, 9 de Abril de 2010
Um Sorriso Para a Eternidade, António Garcia Barreto (booktrailer)
09 Abril, 2010
publicado por Ler às 12:45
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Segunda-feira, 5 de Abril de 2010
Easy Money, Jens Lapidus (booktrailer)
05 Abril, 2010

publicado por Ler às 12:01
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Quinta-feira, 1 de Abril de 2010
Wolf Hall (booktrailer)
01 Abril, 2010

 

 

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Terça-feira, 23 de Fevereiro de 2010
O Caderno 2 (booktrailer)
23 Fevereiro, 2010

 

publicado por Ler às 01:46
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Segunda-feira, 1 de Fevereiro de 2010
Homens Que Matam Cabras Só Com o Olhar (bookrailer)
01 Fevereiro, 2010

 

publicado por Ler às 11:44
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Quarta-feira, 6 de Janeiro de 2010
Caderno de Memórias Coloniais (Isabela Figueiredo)
06 Janeiro, 2010

 

Isabela Figueiredo publicou um dos livros mais tentadores da estação, Caderno de Memórias Coloniais (edição cuidada, como sempre, da Angelus Novus, um caso especial na edição portuguesa, vindo de Coimbra): «Manuel deixou o seu coração em África. Também conheço quem lá tenha deixado dois automóveis ligeiros, um veículo todo-o-terreno, uma carrinha de carga, mais uma camioneta, duas vivendas, três maschambas, bem como a conta no Banco Nacional Ultramarino, já convertida em meticais. Quem é que não foi deixando os seus múltiplos corações algures? Eu há muitos anos que o substituí pela aorta.» Moçambique e as feridas abertas pelo passado, pela recordação, pela confissão, pelo medo de enfrentar tudo isso de novo. Isabela Figueiredo, que escreveu um dos melhores blogues portugueses, «O Mundo Perfeito», é rápida no gatilho, escreve muito, muito bem – melhor do que todos os rendilhados que andam por aí, em súplicas desatendidas. Atinge o nervo, procura a ferida, nota-se o músculo – o ritmo está à mostra, os pulmões provocam aquele ruído surdo da vida inteira. Nada se esconde, nem o que se devia esconder; o exercício é autobiográfico, mesmo que Isabela Figueiredo possa ser uma excelente ficcionista:
«Ele sentia prazer em viver e gostava de comer, beber e foder, isso já expliquei. Lourenço Marques, na década de 60 e 70 do século passado, era um largo campo de concentração com odor a caril. Em Lourenço Marques, sentávamo-nos numa bela esplanada, de um requintado ou descontraído restaurante, a qualquer hora do dia, a saborear o melhor uísque com soda e gelo, e a debicar camarões, tal como aqui nos sentamos, à saída do emprego, num snack do Cais do Sodré, forrado a azulejos de segunda, engolindo uma imperial e enjoando tremoços. Os criados eram pretos e nós deixávamos-lhes gorjeta se tivessem mostrado os dentes, sido rápidos no serviço e chamado patrão. Digo nós, porque eu estava lá. Nenhum branco gostava de ser servido por outro branco, até porque ambos antecipavam maior gorjeta. O meu pai, a quem coube a missão de electrificar a Lourenço Marques dos anos 60, nunca quis empregados brancos, porque teria de lhes pagar os olhos da cara.»
Mesmo quando a dor atravessa as linhas, os parágrafos, a respiração não cessa, nem a enumeração de indignidades, o ajuste de contas. Exactamente isso: ajustar contas com África, a puta. Curiosos portugueses voltados para «a grande Europa», com nojo dos mosquitos e dos pretos, provincianos do Velho Continente, cheios de pó, cobertos de pó – Isabela Figueiredo providencia socos no estômago, às vezes desnecessários, mas pressente-se a sua urgência, aquela espécie de queda para o abismo que leva a mexer em todas as feridas, as pessoais e as da rua, as da multidão de retornados que chegaram à Metrópole e começaram a viver perto da linha que delimita o nada e o tudo. Eles mudaram Portugal – nunca se lhes reconheceu essa vitória sobre o destino. A esquerda gosta muito da imagem do fim do Império, alinhada em contentores no cais de Alcântara. À força de ser repetida, essa imagem é tão miserável, tão exploradora dos ataques de coração da época. Vir para um país de merda, que proibia as mulheres de fumar nos cafés e de beber cerveja nas esplanadas, mesmo naqueles anos em que o Verão era mais quente. Vir do Índico para um país cheio de Inverno. E, no entanto, eles mudaram Portugal. A província, esse interior onde hoje vive um quarto da população encarregue de três quartos do território, mudou com os retornados. Portugal mudou com essa gente. Ainda não lhes agradecemos como eles mereciam e merecem. O país recebeu, em três meses, cerca de 750 mil portugueses que vieram sem preparação, para dar mais brilho à narrativa da História, heróica e descolonizada. Trinta anos depois, 40 anos depois, quase não há feridas e esses heróis que escaparam como puderam, que atravessaram o deserto e o mar, estão hoje abrigados – porque não desistiram.
Isabela assalta os portuguesinhos que invejavam os retornados; com toda a crueldade de que foi capaz: «A metrópole era suja, feia, pálida, gelada. Os portugueses da metrópole eram pequeninos de ideias, tão pequeninos e estúpidos e atrasados e alcoviteiros. Feios, cheios de cieiro, e pele de galinha, as extremidades do corpo rebentadas de frio e excesso de toucinho com couves. Que triste gente! Divertiam-se a mofar connosco, atirando-nos à cara que estava difícil, pois estava, que aqui não havia pretinhos para nos lavarem os pés e o rabinho, que tínhamos de trabalhar, os preguiçosos de merda, que nunca fizeram a ponta de um corno pela vida, que nunca souberam o que era construir uma vida e perdê-la, os tristes, os pequeninos, os conformados. Sabiam lá eles o que eram os pretos, e o que éramos nós e o que tínhamos acabado de viver, cobardes filhos de uma puta brava.»
E, quando menos se espera, o golpe, directo ao coração: «Os desterrados, como eu, são pessoas que não puderam regressar ao local onde nasceram, que com ele cortaram os vínculos legais, não os afectivos. São indesejados nas terras onde nasceram, porque a sua presença traz más recordações. Na terra onde nasci seria sempre a filha do colono. Haveria sobre mim essa mácula. A mais que provável retaliação. Mas a terra onde nasci existe em mim como uma mácula impossível de apagar. Persigo oficiais marinheiros que trazem escrita, na manga do casaco, a palavra Moçambique.»

 

Texto de Francisco José Viegas publicado na edição de Dezembro da LER.

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Segunda-feira, 4 de Janeiro de 2010
Jorge de Sena e Camões (Vítor Aguiar e Silva)
04 Janeiro, 2010
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Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009
Os Espiões de Luis Fernando Verissimo
02 Dezembro, 2009

Edição portuguesa da Dom Quixote. Já nas livrarias.

[Via BiblioFilmes]

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Quarta-feira, 11 de Novembro de 2009
4&1 Quarto, Rita Ferro (booktrailer)
11 Novembro, 2009

 

 

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Terça-feira, 10 de Novembro de 2009
O Seminarista, Rubem Fonseca
10 Novembro, 2009

 Cinco primeiras páginas do novo romance disponíveis aqui. Artigo de fundo na Bravo!.

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Quinta-feira, 10 de Setembro de 2009
Leviathan
10 Setembro, 2009

Quem sabe do assunto garante que este é, até agora, o melhor booktrailer de 2009.

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Segunda-feira, 31 de Agosto de 2009
Caim, José Saramago (booktrailer)
31 Agosto, 2009

 

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Segunda-feira, 20 de Julho de 2009
Para que Servem os Direitos Humanos? (booktrailer)
20 Julho, 2009

 [Via Blogtailors]

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Terça-feira, 23 de Junho de 2009
'Mar de Papoilas' (booktrailer)
23 Junho, 2009

 

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Sexta-feira, 19 de Junho de 2009
L.Ville (booktrailer)
19 Junho, 2009

L.Ville, de Fernando Sobral, edição Quetzal.

publicado por Ler às 17:24
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Segunda-feira, 15 de Junho de 2009
'Barroco Tropical' (booktrailer)
15 Junho, 2009

 

publicado por Ler às 14:17
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13. Agustina, a indomável.
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24. Entrevista Vasco Pulido Valente.
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