Quinta-feira, 8 de Maio de 2008
Pó a três
08 Maio, 2008


16 de Maio, 21h30, Av. Marquês de Tomar, 88, Lisboa.

publicado por Ler às 08:45
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Sexta-feira, 11 de Abril de 2008
Agualusa em inglês
11 Abril, 2008
Sai em Junho a tradução inglesa de As Mulheres do Meu Pai, de José Eduardo Agualusa (em Portugal na Dom Quixote, publicado originalmente no Brasil, na Língua Geral), com o título My Father’s Wives. A tradução é de Daniel Hahn – edição Arcadia. Nos EUA será este Verão publicada a tradução de O Vendedor de Passados, pela Simon & Schuster -- trata-se do título que já obteve o prémio de ficção estrangeira do The Independent.

publicado por Ler às 14:46
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Sexta-feira, 4 de Abril de 2008
Auction
04 Abril, 2008
Neste post, subtilmente, José Pacheco Pereira lança a base de um leilão de direitos para os seus estudos sobre a extrema-esquerda.

publicado por Ler às 12:35
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Quinta-feira, 3 de Abril de 2008
Ipsílon de amanhã
03 Abril, 2008
No Ciberescritas, de Isabel Coutinho, o resumo da edição do Ipsílon de amanhã, com o Público.

publicado por Ler às 12:50
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Segunda-feira, 31 de Março de 2008
Diogo Pires Aurélio e Maquiavel: «Maquiavelismo é o que dizem de Maquiavel os seus adversários »
31 Março, 2008


Diogo Pires Aurélio, professor na Universidade Nova de Lisboa, é o coordenador da colecção Clássicos da Política (Círculo de Leitores), que já publicou Platão (O Político) e Cícero (Tratado da Repúbica) e incluirá Maquiavel, Espinosa, Richelieu, Marx, Burke ou Fichte. Diogo Pires Aurélio, que é também assessor do presidente da República, declara-se admirador de Maquiavel e é entrevistado no próximo número da LER. Um extracto:

«O que o interessa mais em Maquiavel?
O estilo. Quando digo estilo, não me refiro apenas à roupagem com que as ideias se apresentam e que faz de Maquiavel um clássico. Refiro-me à vibração que transparece em cada uma das suas narrativas e em cada uma das suas frases, todas animadas por um ritmo, uma imaginação sensorial que nunca é pastosa, pelo contrário, mantém o leitor permanentemente em sobressalto. Porque há um Maquiavel soterrado por debaixo dos milhares de traduções apressadas e interpretações enviesadas. Quem se der ao trabalho de raspar todas essas camadas de entulho e for ao próprio texto, descobre a maravilha que é um autor a pensar a política, tal como ela é, a partir do bulício da rua. Ao lado dele, toda a história do pensamento político tem um ar de medicina para anjos, os quais, como se sabe, não têm corpo.
É sempre necessário distinguir Maquiavel do «maquiavelismo»?
Convém, até porque o «maquiavelismo» se confunde com aquilo que dizem de Maquiavel os seus adversários. E não são poucos, como se sabe, tanto os teólogos da velha guarda, que o abominam mas copiam – veja-se Richelieu! –, como essa espécie de adventistas do sétimo dia que actualmente nos asseguram que há um mundo sem conflitos, sem estados e sem poder, à nossa espera, um mundo que as Nações Unidas vão decretar amanhã, ou que a multidão há-de implantar depois de amanhã. Ao criticar Savonarola, esse fundamentalista que incendiava Florença com os seus sermões, Maquiavel estava antecipadamente do outro lado, do lado dos que vêem na política o único remédio para regular a coexistência entre indivíduos e povos, coisa que será sempre difícil e arriscada.»

publicado por Ler às 10:57
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