O vice-presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros com o pelouro do livro escolar, Vasco Teixeira, concorda com a decisão da ministra da Educação de não aplicar o acordo ortográfico nas escolas em 2010. «Mostra conhecer o assunto porque é completamente impossível aplicar o acordo ao sistema educativo já em Setembro de 2010. Todo o processo implica a produção de milhões de manuais, ajustes nas bibliotecas escolares, na formação de professores e tudo isso demora bastante tempo e tem que ser bem planeado», afirmou à TSF.
A aplicação do acordo ortográfico nas escolas não vai entrar em vigor no próximo ano, anunciou a ministra da Educação Isabel Alçada. No Público.
«[O romance A Cidade e as Serras] pode ser passado de português pré-acordo para português pós-acordo em 20 segundos.» José António Pinto Ribeiro, ministro da Cultura. Notícia aqui.
Garante o ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro. Notícia aqui.
O ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro, afirmou ontem que o Acordo Ortográfico deverá entrar em vigor no primeiro semestre de 2009.
«Há uma série de vocábulos que o Acordo Ortográfico não especifica. Isso vai ser resolvido com o Vocabulário Comum da Língua Portuguesa, que tem de ser elaborado por uma comissão mista, que integre os vários países de língua oficial portuguesa», disse José Mário Costa, coordenador do Ciberdúvidas, à agência Lusa.
O Acordo Ortográfico deve ser aplicado «o mais tardar em 1 de Janeiro de 2010, a nível oficial e em todos os meios de comunicação social», garantiu à agência Lusa o ministro da Cultura, José Pinto Ribeiro.
«Estão a fazer um grande escândalo à volta do Acordo Ortográfico. Para mim, é perder tempo discutir estas questões. Só se houver um acordo radical para escrever da mesma forma em todos os países ou, então, não vale nada.» Pepetela, ontem, no Rio de Janeiro.
«Lembro que minha querida avó morreu escrevendo farmácia com 'ph' e nem por isso eu errava de estabelecimento comercial quando ela me escrevia bilhetes pedindo meu netinho, vá à pharmácia e compre tal remédio», afirmou hoje à agência Lusa António Carlos de Moraes Sartini, director do Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, um dia depois de Luiz Inácio Lula da Silva ter promulgado o acordo ortográfico.
Fernando Venâncio, colaborador da LER, escreve sobre o Acordo Ortográfico. A ler aqui.
Notícias, rumores, invenções e impropérios para ler@circuloleitores.pt
1. Os 50 autores mais influentes do século XX.
2. Dez cidades para visitar com livros debaixo do braço.
3. Charles Darwin, 200 anos depois.
4. «O Magalhães é o maior assassino da leitura em Portugal.»
5. Última entrevista de António Barahona.
6. Inéditos de Fernando Pessoa.
7. John Milton por João Pereira Coutinho.
8. «O meu mal é ter uma curiosidade de puta.»
9. Entrevista Luis Sepúlveda.
10. «Já quase pareço um escritor.»
11. Entrevista Eduardo Lourenço.
12. Breve Introdução à Teoria Literária.
13. Agustina, a indomável.
14. Trinta livros do PNL.
15. Entrevista A. M. Pires Cabral.
16. Dinis Machado: «Só quis escrever um livro».
17. Retratos de um Nobel.
18. Os últimos e-mails de Stieg Larsson.
19. Os 200 anos de Edgar Allan Poe.
20. Knoxville, o território de McCarthy.
21. O bibliotecário ambulante.
22. Dez escritores europeus que (já) mereciam ser traduzidos em Portugal.
23. Entrevista Mia Couto.
24. Entrevista Vasco Pulido Valente.
25. Inéditos Vinicius de Moraes.
26. Os heterónimos de Eduardo Lourenço
Outras leituras
«Volviendo a John le Carré» (Antonio Muñoz Molina)
«A Country Without Libraries» (Charles Simic)
«The Translation Gap: Why More Foreign Writers Aren’t Published in America» (Emily Williams)
«The Godfather of the E-Reader» (Jennifer Schuessler)
«The Philosophical Novel» (James Ryerson)
«The Case of the First Mystery Novelist» (Paul Collins)
«The lost art of handwriting» (Umberto Eco)
«Our Boredom, Ourselves» (Jennifer Schuessler)
«Scandinavian Crime Wave» (Nathaniel Rich)
«When Bad Covers Happen to Good Books» (Joe Queenan)
«Tintinabulation» (Bruce Handy)
«Inside the Secret World of Literary Scouts» (Emily Williams)
«Advantage Google» (Lewis Hyde)
«Texts Without Context» (Michiko Kakutani)
«Bookmarkism: The New Ideology» (Robert Nagle)
«The Autobiography of J.G.B.» (J. G. Ballard)
«J. G. Ballard, Poet of Desolate Landscapes»
«When Writers Speak» (Arthur Krystal)
«Reading by the Numbers» (Susan Straight)
«What I heard at J.D. Salinger’s doorstep» (Tom Leonard)
«Why hasn't there been a science fiction Booker winner?» (Adam Roberts)
«Freyre, Euclides e o Brasil» (Daniel Piza)
«Las cartas íntimas de Beckett» (J. M. Coetzee)
«Entrevista Günter Grass» (Juan Cruz)
«Eudora Welty's centenary» (Paul Binding)
«Juan Benet: en un tiempo de silencio» (Manuel Vicent)
«Richard Poirier: A Man of Good Reading» (Alexander Star)
«Sumergirse en Benet» (Álvaro Colomer)
«Interview with Seamus Heaney» (Sameer Rahim)
«Robert Capa - La muerte y el azar» (Guillermo Altares)
«Why do Pynchon, Ballard and Wallace provoke such online loyalty?»
«Richard Poirier: A Man of Good Reading» (Alexander Star)
«Philip Larkin Letters» (John Shakespeare)
«Una vida absolutamente maravillosa» (Enrique Vila-Matas)
«Poética de los escaparates» (Antonio Muñoz Molina)
«In the South» (Salman Rushdie)
«Our George Steiner Problem – and Mine» (Lee Siegel)
«Poets, Academia: A Couplet in Conflict» (David Orr)