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Como se aprende depressa a entrar para as listas de best-sellers

 

No estranho “caso Nigella Lawson” (a autora de livros e programas de culinária – além de, vá lá, sex symbol para a meia-idade), agora no tribunal, há revelações interessantes para lá das relacionadas com o consumo de drogas e com os vários milhões dispersos por contas bancárias e gastos com cartão de crédito. Uma delas tem a ver com livros: o ex-marido de Nigella, o milionário Charles Saatchi, publicitário, é galerista e “colecionador de arte”. Em 2009 publicou My Name Is Charles Saatchi and I Am a Artoholic, onde responde a várias questões sobre a sua vida & obra (uma exceção, uma vez que Saatchi não dá entrevistas). O livro teve uma passagem discreta pelas livrarias, que preferiam livros de cozinha (sobretudo os de Nigella, na época a verdadeira «the nation sweetheart»). Pelo tribunal, ficámos agora a saber que Saatchi mandava comprar centenas de exemplares nas livrarias, ou através da Amazon, para garantir um bom lugar nas listas de ‘best-sellers’. É a vida. [F.J.V]