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Sexta-feira, 30 de Maio de 2008
Editores

Decorreu em tom bastante aceso o debate na Casa Fernando Pessoa sobre «o que divide os editores», com Carlos da Veiga Ferreira, Tito Lyon de Castro, Rui Beja e Osvaldo Silvestre, moderado por Carlos Vaz Marques, e com a presença de muitos editores, jornalistas, professores e livreiros (Manuel Alberto Valente, Nelson de Matos, Guilherme Valente, A. Apolinário Lourenço, Manuel Frias Martins, João Galacho, Cristina Ovídio, Paulo Lopes, Rui M- Pereira, Francisco Belard, José Mário Silva, Paulo Ferreira e Nuno Seabra Lopes). Infelizmente, muito esclarecedor mas pouco elucidativo. Parece ter ficado no ar a proposta de uma aliança ou fusão a médio prazo entre a UEP e a APEL, corporizada por Rui Beja, provável candidato à presidência da APEL para o próximo mandato -- mas, ouvindo as declarações de Tito Lyon de Castro, Guilherme Valente, Carlos da Veiga Ferreira, por exemplo, não parece viável. Cenas explosivas, confessionais, longos excursos sobre o associativismo de editores, narrativas sobre as guerras recentes, houve de tudo um pouco. Mas o retrato não foi edificante.

Como excepção, de primeira categoria, a intervenção de Osvaldo Silvestre, professor e editor (da Angelus Novus).



© publicado pela Ler às 00:49
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Comentários:
De Luís Graça a 30 de Maio de 2008 às 04:49
Lembrei-me do Eça de Queiroz.
No essencial, continua tudo na mesma.
Até aqui, só havia à superfície uma parte do icebergue. Agora, com a crise, as polémicas rebentam que nem bombocas.
Não há só estas, nem são para mim.


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