Sexta-feira, 16 de Maio de 2008
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16 Maio, 2008
A Feira do Livro realizar-se-á conforme era esperado. Todos participam. A LeYa terá os seus pavilhões à parte. Ou seja, todos cederam, todos ganharam e todos perderam. É Portugal, é bonito.
publicado por Ler às 18:21
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12 comentários:
De EXTRAVASAR a 16 de Maio de 2008 às 18:48
Eis uma maneira airosa e bem portuguesa de resolver um estúpido problema.
Confesso que fico satisfeito por um lado e com uma imensa raiva por outro. Este Portugalzinho ditaturial está mesmo entregue aos tubarões...

De AF a 16 de Maio de 2008 às 19:16
Existe uma única atitude decente neste momento: ambas as direcções (UEP e APEL) devem demitir-se imediatamente, mas garantindo o bom funcionamento da feira.

De a 16 de Maio de 2008 às 19:18
E agora? Que blognovela é que a Ler vai colocar em horário nobre?

De Ângelo Rodrigues a 16 de Maio de 2008 às 19:29
Provavelmente a Novela «ACORDO ORTOGRÁFICO»

De Ângelo Rodrigues a 16 de Maio de 2008 às 19:57
Que comentários lhe merece a cobertura mediática a este evento?

Já me referi um pouco a isso dizendo que devia haver uma maior e melhor cobertura mediática. Se me é permitido uma sugestão, tentem este ano – talvez ainda possam ir a tempo – envolver mais as escolas. Sei, por experiência própria (também sou professor), que pouca ou nenhuma informação (promoção/divulgação) chega às escolas sobre este grande evento da capital e do país. Oxalá tudo melhore um pouco mais nesta edição!

De jt a 16 de Maio de 2008 às 20:07
"todos cederam, todos ganharam e todos perderam"

Como disse? Onde é que a Leya cedeu? Onde é que a Leya perdeu?

De Ler a 16 de Maio de 2008 às 22:52
vamos ver, vamos ver...

De Anónimo a 16 de Maio de 2008 às 23:46
quem ganhou? quem perdeu?
é mesmo importante sabê-lo?
ganharam os livros e os seus leitores.
perdeu o editor deste blog, muito apostado em que a Feira abortasse ou que fosse apenas a Feira dos "bons e dos justos", a Feira "dos nossos".
o Franscisco José Viegas, que é pago pelo Cíurculo de Leitores, e esta empresa possuída pelo maior colosso mundial da edição, a multinacional alemã Bertelsmann, também dona da Bertrand que agora o edita, deveria ter um pouco de pudor na sua hipócrita posição de defesa dos pequenos editores.
Clamar contra a prática concentracionária e capitalista da LeYa? Só pode ser piada de mau gosto ou, então, tomar-nos a todos por patetas...

De Francisco Norega a 17 de Maio de 2008 às 11:43
Claro que, para um comentário destes, tinha de ser um anónimo. Têm vergonha de ser quem são, vocês, anónimos?

De Anónimo a 17 de Maio de 2008 às 16:51
Não, não temos vergonha Sr. Noriega. Tememos é pelo nosso posto de trabalho dentro da democrática Bertrand.
Percebeu?

De Francisco Norega a 17 de Maio de 2008 às 20:19
(*Norega. E, já agora, "Senhor" não, se faz favor.)

Não custa nada pôr um nome, nem que seja só o primeiro, para nos podermos dirigir a alguém específico, e não a um "Caro Anónimo".
Mas, ao que parece, é a única pessoa com o seu nome na bertrand, por isso aqui vai:

Caro Anónimo,

Porque raio é que a LeYa é mais que os outros? Só por ser o maior grupo editorial português? E a & Etc, a 101 Noites, a Actual Editora, a Almedina, a Alêtheia, a Ambar, a Ancora Editora, a Angelus Novus, a Antigona, a Areal Editores, a Areas Editora, a Ariadne Editor, a Assírio e Alvim, a Bertrand, a Bizâncio, a Boca, a BonD, a Booktree, a Bruaa, a Caixotim, a Campo das Letras, a Cavalo de Ferro, a Celta Editora, a Centro Atlântico, a Civilização, a Climepsi, a Coimbra Editora, a Colibri, a Convite à música, a Corpos Editora, a Cunha Simões, a Círculo de Leitores, a Dafne, a Deriva Editores, a Devir, a Didáctica Editora, a Difel, a Dinalivro, a Dislivro, a Domingos Castro, a Edit on web, a Editorial Estampa, a Editorial Magnólia, a Editorial Minerva, a Editorial Presença, a Editorial Verbo, a Edições 70, a Edições Afrontamento, a Edições Avante, a Edições Caixotim, a Edições Inapa, a Edições Sebenta, a Escolar Editora, a Esfera dos Livros, a Ésquilo, a Europress, a Everest Editora, a FCA, a Fenda, a Fim de Século, a Frenesi, a Gatafunho, a Girassol, a Gostar Editora, a Gradiva, a Guerra e Paz, a Guimarães Editores, a Imprensa Nacional, a IST Press, a Jean Piaget Editora, a Labirinto, a Lidel, a Lisboa Editora, a Livros Cotovia, a Livros de Areia, a Livros de Seda, a Livros do Brasil, a Livros Horizonte, a Livros Impala, a Magna Editora, a Marina Editores, a Marus Editores, a Minerva, a Minutos de Leitura, a Miosótis, a Nova Editora, a Objecto Cardíaco, a Palavra, a Palimage, a Parceria A.M. Pereira, a Paulinas, a Paulus Editora, a Pedago, a Pergaminho, a Planeta Editora, a Plátano Editora, a Porto Editora, a Prime Books, a Principia Editora, a Publicações Europa América, a Pé de Página, a Quarteto Editora, a Quasi Edições, a Quid Juris, a QuidNovi (III), a Quimera Editores, a Rei dos Livros, a Relógio d'Água, a Roma Editora, a Rés-Editora, a Santillana, a Saída de Emergência, a Sinais de Fogo, a Sílabo, a Terramar, a Tinta-da-China, a Ulmeiro, a Universidade Católica Editora, a Verbo, a Verso da Kapa, a Via Occidentalis, a Via Óptima e a Zéfiro são o quê? Não são mais nem menos que as outras. Com que direito se acha a LeYa, enquanto todas as outras editoras ficam com as "barracas podres", para sugerir, pouco antes da abertura da Feira, um pavilhão só para elas? Se é para fazer pavilhões todos XPTO, com ar condicionado e tudo, é para todos, e começa-se a estudar a possibilidade logo no ano anterior, porra!
E depois fala-se em "interesse público", referindo o António Lobo Antunes e o Saramago, entre outros. Quero vê-los a falar de "interesse público" quando os autores começarem a sair das editoras do grupo LeYa. Por este andar, não falta muito...

De MT a 17 de Maio de 2008 às 22:41
Nas grandes feiras internacionais, Londres e similares, as editoras de grande poder e fatia de mercado não ficam encaixotadas dentro de umas caixas de plador branco! Pois não?!
Porque é que as outras editoras também não criam pavilhões próprios?! Ah!!! Não tem dinheiro…bem então terão que se sujeitar! Mas sempre podem ir comprar uma casinha ao AKI! Nem é assim tão cara…agora terão é que fazer frente aos revolucionários do proletariado (encapotados pelas palavras marxistas da igualdade) que o que querem é dar cabe dos “imperialismos” da LeYa, enquanto que o Joseph Vissarionovich Dzugashvili vive, habita e tanta purgar, manipular e castrar o panorama editorial português com o nome de Apel que não é mais que a representação desses outros grandes (estrangeiros!!!) que tem dor de cotovelo pelo que o Paes (ou Pais) do Amaral e o grupo LeYa tem feito e, Portugal e que ira fazer (não tenham duvidas algumas!) pelos países de expressão portuguesa e daqui a pouco tempo, mesmo junto de outros idiomas batendo o pé a esses grandes que se escondem na sombra autocrata e hegemonia da Apel sobre a Feira do Livro e até o Parque Eduardo VII!
(não dou o meu nome por ser escritor de uma editora visada dentro disto tudo e que, por enquanto, não faz parte do grupo LeYa.)

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