Sexta-feira, 24 de Julho de 2009
Chiado e Islão.
24 Julho, 2009

Da Chiado Editora recebemos o seguinte comunicado:

 

«No seguimento da contestação pública de que foi alvo, na televisão, na imprensa escrita e na blogosfera, - nomeadamente por pessoas com responsabilidade na formação de opinião como José Pacheco Pereira e Francisco José Viegas - a decisão da Chiado Editora de suspender a publicação de “A Última Madrugada do Islão”, do escritor André Ventura, o Conselho Editorial pretende expor publicamente – e de forma definitiva para não alimentar polémicas adicionais – alguns factos que estiveram na origem da decisão anunciada no passado dia 14 de Julho de 2009.
Efectivamente, para além dos elementos apontados no comunicado público, a Chiado Editora tem em seu poder alguns comentários e pareceres que obrigariam qualquer editora respeitável no mundo a reflectir, a ponderar e a medir as consequências da publicação desta obra, no mercado português ou em qualquer outro mercado editorial.
Para que seja do conhecimento público, entre comentários de professores universitários, entre os quais o Professor Pablo Cortés (University of Leicester) e o Professor Olufemi Amao, (Brunel University) e membros da comunidade muçulmana que nos pediram expressamente a não divulgação dos respectivos nomes com receio de represálias, a orientação recebida vai no sentido de que “A Última Madrugada do Islão” tem um “potencial incendiário” de “consequências imprevisíveis”, pela envolvência psicológica e sexual que rodeia a figura do Profeta Maomé, assim como pela indicação de pessoas e lugares reais da Organização para a Libertação da Palestina (OLP).
Foi neste sentido (mais ainda após as já conhecidas ameaças, recebidas quando se iniciou a promoção do lançamento da obra) que o Conselho Editorial da Chiado Editora decidiu solicitar ao Sheikh David Munir, líder da Comunidade Islâmica de Lisboa, um parecer sobre o eventual conteúdo ofensivo da obra em causa e eventuais consequências da sua publicação.
A Chiado Editora respeita absolutamente a liberdade de expressão em Portugal. É por ela e em função dela que continua a trabalhar. Mas a liberdade de expressão não pode ser exercida sem ter em conta valores fundamentais como a segurança e a harmonia da comunidade. O pedido do parecer ao Sheikh David Munir, longe de consubstanciar qualquer censura prévia da Chiado Editora face à obra e ao autor, prende-se em exclusivo com uma vontade natural de procurar referenciais objectivos face aos riscos de ir contra as bases fundamentais em que assenta toda uma confissão religiosa (qualquer que seja) e a emoção dos seus fiéis. Há, na verdade, mesmo nas democracias mais avançadas, toda a diferença entre aquilo que podemos e aquilo que devemos. E quem não aprende com a História, torna-se vítima dela.»

 

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publicado por Ler às 16:04
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18 comentários:
De Anónimo a 24 de Julho de 2009 às 18:37
Que tanga! Estes devem ser primos do Luis Miguel Rocha, o tal que escreve livros sobre mortes de papas e escandalos no Vaticano! Isto é uma tentativa de aproveitamento para publicidade grátis! Que o Profeta os descolhoe!

De Jonas a 24 de Julho de 2009 às 21:19
Existe mesmo? Descolhoar? É o verbo do ano!

De FR a 24 de Julho de 2009 às 19:06
Mas o livro foi cancelado? Não vai mesmo sair?!

De Anónimo a 24 de Julho de 2009 às 19:51
NUNCA HOUVE LIVRO! É publicidade não paga. Falam no Skeik Munir mas o homem já disse que não recebeu coisa nenhuma desses senhores. ALDRABÕES!

De Anónimo a 24 de Julho de 2009 às 20:23
Eu aposto com vocês que o livro vai ser editado. E vai ser um best seller.

O que os editores querem é causar polémica. Mas no final o livro vai passar na "censura". Querem apostar?


De daniel a 24 de Julho de 2009 às 21:37
O que é vergonhoso é esta cedência á pressão e ao fundamentalismo religioso. É o terrorismo cultural, não percebem??? Estamos sempre a vergar-nos. Seja a última madrugada do Islão, do Judaísmo ou do Cristianismo, estes livros não podem ser censurados. Não aqui! Não tantos anos depois do 25 de Abril!

De Anónimo a 24 de Julho de 2009 às 21:37
Se isto fosse verdade, por onde andaria o "Evangelho Segundo Jesus Cristo" de José Saramago...

De Anónimo a 24 de Julho de 2009 às 22:10
No Jugular pode ler-se este comentário sobre o assunto:

"Conheço o autor pessoalmente. É um sionista da pior espécie. Esteve em Israel e contactou com os serviços secretos israelitas. Tenho a certeza de que se converteu ao judaísmo ortodoxo. Não é por acaso que aparece agora com estas revelações, do nada. Investige-se onde trabalha e com quem contacta e vai ficar tudo claro como água...Os sionistas são capazes de tudo!"

De Anónimo a 25 de Julho de 2009 às 00:44
Para que se saiba.

A última coisa que maomé fez foi assassinar o seu próprio allah.
Depois de maomé, o allah maometano nunca mais falou.

No islão, não há entidades boas, tipo anjos, arcanjos e santos, ou se há estão inactivas, que é o mesmo que não existirem.

No islão, satanás é a única entidade à solta por permissão directa e clara do allah maometano.

As mesquitas são os templos que mais insultam maomé.

O símbolo do islão é o símbolo que mais insulta o islão.

O curão é uma lista infindável de insultos a maomé, a allah e ao islão.

Em verdade, tudo no islão são insultos ao islão.

De Apócrifo Dido a 25 de Julho de 2009 às 13:12
Para um fundamentalista anti-islâmico, deve ser muito recreativo tratar a coisa por "curão".

Entre outras discordâncias, a máxima: estar inactivo é muito, muito, muito, muito diferente de não existir.

O resto é fado, ou uma grande fAdO, confundido as vogais...

De Anónimo a 25 de Julho de 2009 às 16:14
No islão não há a acção das entidades boas, só há acção do demónio.
Só isso já diz muito do que o islão é.
E dizer aquilo que verdadeiramente maomé nos revelou, não é ser anti-islâmico, é sim ser verdadeiro.
E a verdade é o que mais interessa.

De critico literario a 25 de Julho de 2009 às 18:11
Agora peguei no último livro do autor, André Ventura, e reparem na dedicatória:

"Ao povo Israelita"

Isto diz tudo sobre o autor e sobre este projecto demoníaco. Estudou o Islão e Yasser Arafat para agora os minar.

Espero que "A Última Madrugada do Islão" nunca chegue às livrarias.

De Anónimo a 26 de Julho de 2009 às 01:26
Foi o próprio maomé que disse para respeitarem os judeus sionistas.
allah disse, está dito.
Palavra de allah.

Se você leu o livro, porque outras pessoas não o podem ler e analisar?
Afinal era golpe publicitário ou acção da maometana inquisição?

E para que não haja a mais pequena, menor, mínima, ínfima dúvida.
Todo o maometano é criminoso e todo o criminoso é maometano, mesmo que o não saiba.
O crime faz parte da doutrina maometana e é essa doutrina que uns e outros seguem.
maomé não apresentou um único documento, palavra ou letra escrita pelo seu allah a autoriza-lo a fazer o que fez.
maomé fez tudo à maneira dos piores bandidos.
maomé é o grande exemplo para os maometanos.
E é esse exemplo que os maometanos seguem, ou dizem que seguem, porque passam a vida também a insulta-lo de todas as formas, maneiras e feitios.

As boas entidades e as boas pessoas, procuram fazer as coisas bem feitas.


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