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LER

Livros. Notícias. Rumores. Apontamentos.

Hoje há Shakespeare no Chiado

Gustavo Rubim, professor da Universidade Nova, a psiquiatra Luísa Vicente e Tiago Bartolomeu Costa, crítico de teatro do Público, com moderação de Anabela Mota Ribeiro, respondem a perguntas tão simples como «Que tem Shakespeare que faz dele um autor tão actual?» ou «Porque é que as suas palavras nos tocam, em tantos sentidos?»

É hoje, 13 de Março, às 18.30, na Livraria Bertrand do Chiado, em Lisboa.

 

LER NO CHIADO é uma iniciativa da revista LER e da Bertrand

— todos os meses, na livraria do Chiado, em Lisboa.

A APEL e a Feira do Livro do Porto

É o seguinte o texto do comunicado da direção da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros, APEL, sobre a Feira do Livro do Porto:

 

«A Câmara Municipal do Porto (CMP) anunciou, em comunicado, no passado dia 5 de março, que a cidade do Porto “vai ter Feira do Livro em 2014”, assumindo-se como a única entidade organizadora do evento.

 A APEL – Associação Portuguesa de Editores e Livreiros lamenta a decisão tomada pela CMP de não realizar a Feira do Livro do Porto com a APEL.

 

Para evitar que se repetisse a enorme desilusão do ano passado, em que, pela primeira vez ao fim de mais de 80 anos, não se realizou a Feira do Livro do Porto, a APEL tomou a iniciativa de contactar a CMP no sentido de se assegurar a realização deste evento já este ano, considerando também as edições futuras.

A APEL foi sempre sensível às dificuldades apresentadas pela CMP. Por isso dispôs-se a organizar a edição de 2014 por sua conta e risco, sem contrapartidas financeiras da Câmara, pese embora o investimento que esta Associação está a fazer em novos pavilhões para proporcionar um maior conforto dos visitantes.

Em contrapartida, a Câmara comprometia-se a assinar um protocolo plurianual que garantisse o apoio financeiro, a partir de 2015, para as edições futuras. A proposta de protocolo foi entregue em devido tempo pela APEL à CMP.

A CMP veio por sua iniciativa a público anunciar que a APEL organizaria este ano a Feira do Livro do Porto sem apoio financeiro da edilidade, não referindo a proposta de protocolo, pelo que aguardámos pela confirmação da sua aceitação.

 

As Feiras do Livro são, sempre foram, a maior montra da edição portuguesa. É uma oportunidade única para editores promoverem os seus autores e divulgarem todos os livros (muitos deles já distantes das prateleiras das livrarias) e é por isso que a generalidade dos editores faz questão de marcar presença, pese embora o reduzido interesse comercial, dada a pouca expressão que estes eventos representam em termos de vendas, e aos elevados custos da operação.”

 

No interesse dos autores, editores e livreiros, mas sobretudo dos leitores, a APEL estará sempre disponível para encontrar soluções que viabilizem a realização da Feira do Livro do Porto.»

 

Invadindo as livrarias: Aldous Huxley

 

«Resta ainda no mundo alguma liberdade. É verdade que muitos não parecem valorizá-la. Mas alguns de nós ainda acreditam que, sem a liberdade, os seres humanos não se podem tornar plenamente humanos e que, por conseguinte, a liberdade tem um valor supremo. Talvez as forças que agora a ameaçam sejam demasiado poderosas para que se lhes possa resistir durante muito tempo, mas temos o dever de fazer tudo o que pudermos para as contrariar.» Todo um programa. A edição é da Antígona.

Depois de saber o que sabe, confiaria num homem chamado Keith Richards?

  

Ele vai gastar tudo em substâncias proibidas.

 

Sexo, drogas e rock’n rolll, para não ir mais longe — e agora Keith Richards, o dos Rolling Stones, vai mesmo publicar um livro infantil, com CD incluído (na edição e-book não será necessário): Gus & Me: The Story of My Granddad and My First Guitar. A filha, Theodora Dupree, 28 anos, deu uma ajuda. O livro sai em Setembro. Stop.

Amazon tenta mais uma vez

A Quercus, a editora britânica com a queda de faturação mais estranha na história recente da indústria (foi a editora responsável pelo lançamento de Stieg Larsson em inglês) pode ser comprada pela Amazon, explica a Publishers Weekley. O problema, nesse caso, pode ser o catálogo da Quercus, que além de Larsson, é muito pouco amazoniano...