Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

LER

Livros. Notícias. Rumores. Apontamentos.

José Saramago's RIP

Gregory Cowles, no Paper Cuts, o blog de livros do The New York Times:

«I immediately started looking for a quotation from the new book that I could post as a tribute, but nothing seemed quite right until I landed on Saramago’s dedication to his wife, which under the circumstances is especially powerful and sad: “To Pilar,” he wrote, “who wouldn’t let me die.”»

A primeira entrevista de Saramago a um jornal inglês

Em 2006 Stephanie Merritt publicava a primeira entrevista com José Saramago num jornal inglês — no The Guardian: «I think the novel is not so much a literary genre, but a literary space, like a sea that is filled by many rivers. The novel receives streams of science, philosophy, poetry and contains all of these; it's not simply telling a story.»

 

Em 2008, nova entrevista de José Saramago ao The Guardian (a Maya Jaggi): «I don't make excuses for what communist regimes have done. But I have the right to keep my ideas.»

Harold Bloom sobre Saramago: «Um talento que lembrava Shakespeare.»

O Estado de São Paulo fez o «trabalho de casa» como poucos; na edição de hoje, entrevistou Harold Bloom sobre José Saramago:«Em 2003, o crítico literário norte-americano Harold Bloom reforçou a fama de provocador ao afirmar que Saramago era, em sua opinião, o mais talentoso escritor vivo daquele momento. O único a ombreá-lo seria o também americano Philip Roth. Era o início de uma amizade intensa, marcada tanto por afagos desse quilate como por troca de farpas, especialmente quando suas opiniões discordavam em relação à política internacional.» Tudo aqui.