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O imaginário de Alfredo Saramago

O imaginário é como um museu de imagens, sejam elas passadas, possíveis, já realizadas ou a realizar e pode manifestar-se em todas as ocasiões, seja nos sonhos, nos delírios, nas visões ou mesmo nas alucinações. O homem não pode viver sem imaginário, sem o prazer do imaginário porque ele é, antes de tudo, um antídoto do medo, principalmente do medo da morte porque, felizmente ou infelizmente, o homem é o único animal a ter consciência dela.

Alfredo Saramago nasceu e morreu em Maio (1938-2008). A Assírio & Alvim recorda-o desta vez através do texto «O Prazer do Imaginário».