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LER

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Prémio de Poesia Luís Miguel Nava para A. M. Pires Cabral

A edição de 2009 do prémio bienal foi atribuído ao livro As Têmporas da Cinza (Cotovia), de A. M. Pires Cabral, por decisão unânime do júri constituído por quatro membros da direcção da Fundação Luís Miguel Nava (Carlos Mendes de Sousa, Fernando Pinto do Amaral, Gastão Cruz e Luís Quintais), e pelo poeta e crítico António Carlos Cortez. «A limpidez e a precisão da escrita de A. M. Pires Cabral, a sua penetrante e austera visão dum mundo cuja expressão encontra numa espécie de imitação da terra o modelo para uma linguagem poética de invulgar intensidade, fazem deste autor um dos casos mais representativos da nossa melhor poesia contemporânea», lê-se no comunicado.

 

Pode descarregar em pdf a entrevista de A. M. Pires Cabral a Carlos Vaz Marques (com fotografias de Pedro Loureiro) publicada nas páginas da LER em Outubro de 2008. Está já aqui ao lado, na coluna «Lido e Publicado».

Um milhão de livros

José Rodrigues dos Santos atingiu esta semana, com a nova edição (a 11ª) de Fúria Divina (lançado a 24 de Outubro), a marca de um milhão de livros vendidos em Portugal, «que engloba as obras de ficção e não ficção. O livro mais vendido permanece O Codex 632, com 189 000 exemplares, embora Fúria Divina se tenha tornado agora a obra de mais rápida venda deste autor [150 mil exemplares]», lê-se no comunicado da Gradiva.

Vasco Teixeira: decisão da ministra vai «contra a corrente das asneiras deste e do anterior Governo»

O vice-presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros com o pelouro do livro escolar, Vasco Teixeira, concorda com a decisão da ministra da Educação de não aplicar o acordo ortográfico nas escolas em 2010. «Mostra conhecer o assunto porque é completamente impossível aplicar o acordo ao sistema educativo já em Setembro de 2010. Todo o processo implica a produção de milhões de manuais, ajustes nas bibliotecas escolares, na formação de professores e tudo isso demora bastante tempo e tem que ser bem planeado», afirmou à TSF.

Rosário, quo vadis?

Maria do Rosário Pedreira abandona o seu cargo de editora da Quid Novi a partir de 31 de Dezembro, assumindo funções no grupo Leya em Janeiro. Ana Pereirinha assume os projectos em curso na editora. Desenvolvimento da notícia no Público.

«Maria do Rosário Pedreira terá como principal tarefa a selecção e edição de obras de novos autores portugueses, uma área que é de importância decisiva para a Leya e onde aquela editora tem desenvolvido um trabalho cuja qualidade é unanimemente reconhecida. A nova editora assumirá ainda responsabilidades na concepção e execução de um conjunto de projectos especiais na área das edições gerais do grupo,  que visam reforçar, no país e no estrangeiro, o prestígio e a notoriedade dos catálogos e autores da Leya.»

Comunicado do grupo Leya.