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Livros. Notícias. Rumores. Apontamentos.

O Símbolo Perdido: críticas (1)

Crítica no The Guardian: «Brown has no pretensions to being Umberto Eco, and his earlier books are endearingly goofy. Angels and Demons, in particular, resembles a demented, home-made approximation of ruthlessly commercial would-be Hollywood product rather than the genuine article. Brown didn't seem to be talking down cynically to his intended audience or taking himself and Langdon too seriously. The new book makes enjoyable use of both a blacked-out laboratory and a pickled giant squid, but even Brown has trouble working up wonder at discovering that the Masons like mucking around with skulls. Massive success, and the attention it brings, haven't done much for his sense of fun; perhaps the book would have benefited from a few more such lines as "This guy eluded the French police ... in loafers?

Dúvidas dos tribunais

Departamento de Justiça dos EUA quer travar acordo sobre biblioteca digital da Google: «O Departamento de Justiça norte-americano está contra o acordo que dará à Google o direito a digitializar milhões de livros e a criar uma gigantesca biblioteca online, alegando dúvidas sobre a protecção dos direitos de autor e a existência de um abuso de posição dominante.  O projecto da biblioteca online da Google, um projecto que foi muito mal recebido na pela União Europeia, está agora a ser contestado nos Estados Unidos. A 7 de Outubro, um tribunal de Nova Iorque deverá validar um acordo estabelecido entre a Google, os autores e os editores norte-americanos, dando ao gigante da web o direito exclusivo a revender até nove milhões de livros que já não estão no mercado ou que não têm direitos de autor. O Departamento de Justiça norte-americano recomendou ontem ao tribunal que não valide esse acordo.»

OS 10 finalistas do Portugal Telecom - Brasil

Entre eles, os portugueses A Eternidade e o Desejo, de Inês Pedrosa, Aprender a rezar na era da técnica, de Gonçalo M. Tavares, Cemitério de pianos, de José Luís Peixoto, e Ontem não te vi em Babilónia, de António Lobo Antunes. Os restantes são A arte de produzir efeito sem causa, de Lourenço Mutarelli, Acenos e Afagos, de João Gilberto Noll, Cinemateca, de Eucanaã Ferraz, Heranças, de Silviano Santiago, O livro dos nomes, de Maria Esther Maciel, e Ó, de Nuno Ramos.

  • Notícia completa no Público: «Qualidade dos finalistas dificultará escolha dos vencedores do Prémio PT»

Livro de Agusto Cid dia 18 das livrarias

Porreiro, Pá! está dividido em nove actos (Animal Feroz, Alegre “ma non troppo”, Bat-Ota, O Grande Educador, Economia-porreirinha, O Mundo a seus pés, Sem-sure, Free-at-last-port, Urna-mente) e será lançado pela Guerra & Paz na próxima sexta-feira, às 18h30, no El Corte Inglés, em Lisboa. Apresentação de João Pereira Coutinho.

 

Mas quem foi este Sócrates, conhecido no seu tempo pelo epíteto assustador de «o animal feroz»?
A melhor forma de responder ao enigma é olhar para as páginas que se seguem. Em 96 «crónicas» ilustradas, Augusto Cid resume e comenta os inacreditáveis quatro anos do senhor. Não conheço melhor resumo. Não conheço melhor comentário. Ao homem e à obra. [...]
O Cid lembra-se. O Cid lembra-nos. E lembra mais: lembra que só um país anestesiado seria capaz de suportar, silencioso e manso, a licenciatura domingueira do seu primeiro-ministro; a novela do Freeport; as embaraçosas amizades com Chávez; e os recorrentes números de Manuel Pinho, que terminaram com a faena conhecida. Olé!
Felizes dos países que têm «cronistas» assim. E felizes dos leitores que, pela pena do Cid, têm os seus políticos assados.
Do prefácio de João Pereira Coutinho

Leya prevê lançar 100 títulos por ano no Brasil a partir de 2010

O Rastro do Jaguar, de Murilo Carvalho, e Chico Buarque, do jornalista Wagner Homem, «que conta detalhes inéditos que o cantor confidenciou  ao longo de sua carreira», serão os dois primeiros títulos publicados pela Leya Brasil. «"A entrada no Brasil é um dos nossos maiores passos”, declarou Isaias Gomes Teixeira, administrador executivo. (...) “Os olhos da Leya estão voltados para o Brasil”, destaca Pascoal Soto, diretor editorial da Leya Brasil. Os planos são de lançar 20 títulos até o final do ano e 100 títulos por ano a partir de 2010», pode ler-se aqui.